D. António Augusto Azevedo sublinho que só este serviço «faz a diferença»

Foto: Diocese de Vila Real

Vila Real, 05 jul 2020 (Ecclesia) – O bispo de Vila Real presidiu hoje à ordenação diaconal de Marcelo Rodrigues e Luis Coutinho, na Sé diocesana, convidando-os a ser “aqueles servidores de que a Igreja precisa”.

“Sede sinal e eloquente de uma Igreja que está ao serviço dos mais pobres, que escuta, acolhe e tem lugar para aqueles que são excluídos por um mundo em que, por vezes, parece que só conta quem tem sucesso, poder ou dinheiro”, referiu D. António Augusto Azevedo, na homilia da Missa.

O responsável católico aludiu à realidade vivida nos últimos meses, por causa da pandemia de Covid-19, para destacar que são os que se empenham a cuidar dos doentes, dos idosos ou dos pobres que “fazem verdadeiramente a diferença”.

“É o serviço ao outro que marca a diferença do que é plenamente humano, do que é autenticamente cristã”, insistiu.

Não há paz ou serenidade em corações egoístas, orgulhosos, soberbos ou autossuficientes. Só os corações capazes de sair de si, de se abrir ao outro, ao ser humano, a Deus, podem experimentar a verdadeira alegria e felicidade”.

A celebração contou com a presença de D. Vitorino Soares, bispo auxiliar e reitor do Seminário do Porto.

Devido à pandemia, a celebração teve acesso restrito e foi transmitida online, através dos canais da Diocese de Vila Real.

D. António Augusto Azevedo falou aos novos diáconos de uma responsabilidade “séria, sagrada”, que não deve ser vista “como uma prisão”.

“É a manifestação de uma escolha livre, própria de alguém que acredita que uma vida dada por amor de Deus e dos irmãos tem condições para ser uma vida feliz e plenamente realizada”, precisou.

Marcelo Rodrigues nasceu na Suíça e, desde o seu regresso à Diocese de Vila Real, viveu na Paróquia da Carva, Concelho de Murça; Luis Coutinho, que foi Bio-engenheiro, é natural da Paróquia de Moura Morta, Concelho de Peso da Régua

OC

 

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