Lisboa, 28 fev 2020 (Ecclesia) – O Centro Nacional de Cultura (CNC) está a desenvolver a “identificação e estruturação” do ‘Caminho de Fátima da Beira’ para peregrinos e caminhantes em direção ao santuário mariano da Cova da Iria.

Num comunicado enviado à Agência ECCLESIA, a Upstream, colaboradora operacional do CNC, informa que o projeto que tem por finalidade “criar condições seguras e aprazíveis” para quem evita “as estradas com grande circulação automóvel em favor de caminhos de terra e de pequenas estradas rurais com pouca circulação”.

No novo itinerário ‘Caminho de Fátima da Beira’, para “fins de circulação pedestre”, estão também a assinalar os “pontos de interesse e recursos logísticos de apoio” para quem assume o caminho, e “obriga à integração” de múltiplas vontades e contribuições de todos os interessados na temática dos Caminhos Marianos.

Segundo a Upstream – Valorização do Território, o objeto deste trabalho visa também promover a “espiritualidade, em ligação com a natureza e as vivências e culturas locais”, num percurso de visitação religiosa-cultural que resulta de um extenso e detalhado levantamento e avaliação prévios dos santuários associados ao culto de Maria, desenvolvido por Hugo Guerreiro.

Foi também criada uma página na rede social Facebook para o ‘Caminho de Fátima da Beira’ onde se pretende “divulgar e acompanhar o processo de desenvolvimento” do projeto, “promovendo a visitação do património, a divulgação e participação nas tradições religiosas e culturais locais”, e demonstrando a colaboração de todas as entidades intervenientes.

O Centro Nacional de Cultura apresentou três novos Roteiros dos Caminhos de Fátima, a 12 de setembro de 2019, que são a marcação em livro dos percursos mais frequentados pelos peregrinos, com o seu património cultural, no santuário português na Cova da Iria: O ‘Caminho do Tejo’, o ‘Caminho da Nazaré’ e o ‘Caminho do Norte’.

CB/OC

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