D. Manuel Clemente lamentou também o sofrimento de cristãos e não cristãos pela falta de liberdade religiosa

Foto Arlindo Homem

Lisboa, 26 Dez 2019 (Ecclesia) – O cardeal-patriarca de Lisboa afirmou na missa do Dia de Natal, na Sé de Lisboa, que o Natal é “uma contemplação inesgotável”, que se faz com “os olhos e o coração da Mãe de Cristo e certamente acompanhados por José”.

Na homilia da celebração de Natal, D. Manuel Clemente frisou também que o “sentimento religioso é universal e configurou-se em várias tradições e cultos, como no cristianismo sociocultural também”

“Manifestando a condição humana, tanto no que a sua fragilidade requer como no que a sua transcendência vislumbra, é absolutamente respeitável e deve ser juridicamente garantido”, disse o cardeal-patriarca de Lisboa.

Ao olhar para a realidade atual, D. Manuel Clemente lamenta “que nem sempre seja assim e tanta gente sofra hoje em dia, cristãos e não cristãos, por falta de liberdade religiosa”.

“Tristíssimas notícias nos dão conta disso em muitas partes do mundo, ostensivamente por vezes, disfarçadamente outras tantas”, acrescentou

Na sociocultura de hoje em dia, “tão espessa como contraditória em si mesma, tão descrente de formas e de fórmulas, sejam estas quais forem, só nos resta o caminho estreito da coerência evangélica”, afirmou D. Manuel Clemente.

LFS

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