Reunião magna decorre até 21 de março

Roma, 02 mar 2026 (Ecclesia) – O Movimento dos Focolares iniciou este domingo a sua Assembleia Geral, em Castel Gandolfo, com 320 representantes de todo o mundo e uma oração pelo Médio Oriente.
O encontro magno decorre até 21 de março e visa a eleição do novo governo e a definição das linhas programáticas para os próximos cinco anos.
A escalada do conflito armado na região do Médio Oriente e o consequente fecho do espaço aéreo impediram a chegada de alguns participantes a Roma.
Os pensamentos e as orações de toda a Assembleia voltaram-se imediatamente para os territórios afetados pela guerra na sessão de abertura.
A presidente do Movimento dos Focolares, Margaret Karram, declarou abertos os trabalhos no Centro Mariápolis.
“Após uma longa preparação, tenho a impressão de ver aqui presentes não apenas vocês, mas todas as nossas comunidades do mundo: desde os gen4, aos bispos, aos aderentes, aos jovens; todos aqueles que neste momento oferecem seus sofrimentos pelos motivos mais diversos”, afirmou a responsável.
A responsável sublinhou a exigência e a importância da reunião para a organização.
“Cheguei aqui esta manhã com uma imensa alegria no coração e, ao mesmo tempo, com uma trepidação na alma pelos momentos sagrados e importantes que estamos iniciando”, partilhou Margaret Karram.
O programa da iniciativa começou com um retiro espiritual de três dias para todos os delegados, acompanhado por momentos de meditação.

A presidente apresentará o seu relatório de mandato na próxima quinta-feira, com intervenções do copresidente, Jesús Morán.
Os trabalhos vão desenrolar-se em sessões plenárias e em 30 grupos de reflexão, debatendo a promoção da paz, a justiça social, a ecologia integral e o diálogo num mundo polarizado.
O dia 12 de março será dedicado à eleição da presidente e do copresidente, cujos nomes carecem de confirmação da Santa Sé.
A formação do novo governo encerra-se a 15 de março, com a escolha e nomeação dos conselheiros gerais da obra.
Esta é a quarta Assembleia Geral realizada após a morte da fundadora, Chiara Lubich, num processo preparado ao longo dos últimos meses por comunidades em 150 países, incluindo Portugal.
OC
