D. José Cordeiro indicou como proceder para que cada igreja tenha um Círio Pascal

Bragança, 1 abr 2018 (Ecclesia) – O bispo de Bragança-Miranda afirmou na homilia da Vigília Pascal que a “grande noite” na liturgia católica não é no Natal, mas na Páscoa e apresentou os momentos e os simbolismos desta celebração.

“A sensibilidade popular poderia pensar que a grande noite fosse a noite de Natal, mas a teologia e a liturgia da Igreja adverte que é a noite da Páscoa”, referiu D. José Cordeiro na Sé de Bragança-Miranda.

O bispo diocesano, que é também presidente da Comissão Episcopal da Liturgia, explicou depois as várias partes da Vigília Pascal, que começa com “a liturgia da luz ou ‘lucernário’”, segue com a “a liturgia da Palavra” e a “a liturgia batismal” e termina com a “liturgia eucarística”.

D. José Cordeiro indicou depois como devem proceder as comunidades para que, quando a Vigília Pascal reúne várias paróquias, todas as igrejas paroquiais possam ter um Círio Pascal.

As comunidades em cuja igreja paroquial não se celebra em determinado ano a Vigília, poderiam encarregar um paroquiano de levar, para a celebração comum, o seu círio pascal que, depois de aceso, juntamente com os outros círios durante a bênção do lume novo, a seguir tomaria parte, juntamente com os outros círios, na procissão através da igreja”, referiu.

“Terminada a procissão, todos os círios seriam colocados nos respetivos suportes e incensados, e aí ficariam até ao fim da Vigília, sendo então levados para a respetiva igreja paroquial, pelos fiéis que os tivessem trazido, onde seriam colocados no supedâneo previamente preparado”, indicou o bispo de Bragança-Miranda.

PR

Homilia de D. José Cordeiro, bispo de Bragança-Miranda, na Vigília Pascal

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