Diocese inicia fase de escuta no dia 6 de fevereiro

Viseu, 12 jan 2022 (Ecclesia) – O bispo e Viseu afirmou que o caminho sinodal na diocese deve ser feito “com verdade” e espera que a fase de escuta, na região a partir do dia 6 de fevereiro, seja marcada pela “humildade” e proximidade àqueles que “mais precisam”.

“Queremos caminhar juntos, na comunhão, na participação e na missão”, afirma D. António Lucino numa mensagem vídeo publicada no sítio diocesano sobre a realização do Sínodo.

Na Diocese de Viseu, após a inauguração da fase diocesana do Sínodo, no dia 17 de outubro, a nomeação da Comissão Diocesana para os Trabalhos do Sínodo, no dia 28 seguinte, está em curso a abertura do processo sinodal nas paróquias e o início do período de oração e formação, assim como a indicação de pessoas de contacto em cada paróquia, secretariado, movimento, institutos de Vida Consagrada e instituições.

No dia 6 de fevereiro tem início do período de escuta, até ao dia 10 de abril, ocasião em que devem ser entregues as sínteses pelas pessoas de contacto, que serão publicadas no dia 8 de maio e analisadas em assembleia diocesana pré-sinodal no dia 14 do mesmo mês, antes da Diocese de Viseu entregar a síntese final à Conferência Episcopal Portuguesa no dia 31 de maio

“Que esta abertura e esta escuta para fazermos o caminho sinodal seja feito com muita verdade, com muita simplicidade, com muita humildade”, sublinhou o bispo de Viseu na mensagem que dirige à Diocese.

D. António Luciano espera que o caminho sinodal que a diocese está a percorrer assim como as propostas que dele saírem sejam de muita esperança, de muita fé e muito compromisso”.

“Uma igreja sinodal é uma igreja pobre, simples e humilde, que escuta, que se abre ao diálogo, que caminha, que reza e que está próxima de modo particular daqueles que mais precisam”, acrescentou D. António Luciano, desejando “bom caminho sinodal”.

A 16ª assembleia geral do Sínodo dos Bispos iniciou no último mês de outubro em torno do tema “Por uma Igreja sinodal: comunhão, participação e missão” e vai decorrer em três fases, passando por um “processo inédito de consulta” em todas as dioceses do mundo, a realização de assembleias continentais e a reunião final, em outubro 2023.

PR

 

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