Encontro acontece após pausa provocada pela pandemia

Portalegre, 29 jun 2022 (Ecclesia) – Os cursilhistas de Portalegre-Castelo Branco reuniram-se numa ultreia diocesana de encerramento do ano pastoral 2021/2022, “após algum tempo sem possibilidade e a alegria do encontro pessoal”, este domingo, em Queixoperra, no concelho de Mação.

“Como sempre acompanhados, apoiados e incentivados pelo bispo diocesano, D. Antonino Dias, partilharam vivências de 4.º dia, longo ou curto, mas sempre na fidelidade ao amor e ao compromisso um dia assumido num cursilho de cristandade”, explica o diretor espiritual, que também participou neste encontro.

Numa nota enviada à Agência ECCLESIA, o padre Adelino Cardoso informa que foi num ambiente de “compromisso, amizade, alegria”, que “mais de uma centena de cursilhistas” – membros do Movimento dos Cursilhos de Cristandade (MCC) – de Portalegre-Castelo Branco viveram esta ultreia diocesana.

“Seja hoje oportunidade para um recomeço comprometido com Deus numa vida livre e libertadora, porque Cristo conta connosco e nós, sempre, com a sua Graça. Para nós, cursilhistas, seguir Jesus exige olhar em frente, com coragem, comprometermo-nos com Ele, com a Sua Palavra, no abraço ao irmão”, desenvolveu o diretor espiritual.

O Movimento dos Cursilhos de Cristandade, que tem reconhecimento canónico pela Santa Sé, nasceu em Espanha, na Ilha de Palma de Maiorca, em 1944, por iniciativa de Eduardo Bonnín Aguiló.

Na altura com 27 anos, o jovem procurou criar um espírito de maior testemunho da fé, primeiro em favor dos jovens, depois dos homens adultos e, posteriormente, das mulheres.

O projeto chegou a Portugal em 1960 e o primeiro cursilho realizou-se em Fátima, entre 30 de novembro e 3 de dezembro, por vontade do cardeal-patriarca de Lisboa da altura, D. Manuel Gonçalves Cerejeira.

O MCC tem reconhecimento canónico pela Santa Sé como “Estrutura de coordenação, promoção e difusão da experiência dos cursilhos de Cristandade, tendo personalidade jurídica privada”.

CB/OC

 

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