Igreja/Portugal: Equipa do Departamento Nacional da Pastoral Juvenil reforçada com dois assessores jovens

Nomeações aconteceram durante 1ª Assembleia Jovem de Escuta e Corresponsabilidade, em Santarém

Foto: Bárbara Vitória/DNPJ

Santarém, 24 jun 2026 (Ecclesia) – Pedro Ferreira, da Arquidiocese de Évora, e Mariana Dores, da Diocese de Beja, foram nomeados como assessores jovens do Departamento Nacional da Pastoral Juvenil (DNPJ), no passado sábado, em Santarém.

O momento aconteceu durante a 1ª Assembleia Jovem de Escuta e Corresponsabilidade, promovida pelo organismo da Conferência Episcopal Portuguesa, proposta pelos próprios jovens e integrada no Quadro de Referência da Pastoral Juvenil.

A iniciativa integrou o Conselho Nacional da Pastoral Juvenil (CNPJ) que reuniu os secretariados diocesanos, as congregações religiosas e os movimentos deste setor, entre sexta a sábado, no Seminário de Santarém.

De acordo com o comunicado enviado à Agência ECCLESIA, Pedro Ferreira e Mariana Dores vão integrar a estrutura do departamento na área Estratégica e Governança, “assegurando a ligação entre a Assembleia Jovem e os órgãos nacionais” do organismo, bem como a representação dos restantes participantes.

“A Assembleia Jovem integra a estratégia do DNPJ para fortalecer as Estruturas de Consulta, Escuta e Corresponsabilidade, promovendo o envolvimento ativo dos jovens nos processos de reflexão, discernimento e decisão pastoral”, pode ler-se.

Segundo explica o organismo da CEP, “estas estruturas constituem espaços organizados de participação que favorecem o diálogo, a escuta e o apoio à liderança estratégica da Pastoral Juvenil, garantindo uma ligação permanente à realidade vivida pelos jovens nas comunidades”.

“O modelo apresentado poderá igualmente inspirar e ser desenvolvido ao nível diocesano, adaptado aos diferentes contextos locais”, salienta.

O DNPJ destaca a realização da 1ª Assembleia Jovem de Escuta e Corresponsabilidade como um “passo significativo no reforço da participação juvenil na vida e missão da Igreja em Portugal”.

“Foi concebida como um espaço onde os jovens puderam falar na primeira pessoa sobre a sua fé, a sua vida e o seu lugar na Igreja, num ambiente de escuta, diálogo, discernimento e construção de propostas concretas”, indica.

A iniciativa resulta “da convicção de que uma Igreja mais sinodal se constrói com os jovens, escutando-os, valorizando os seus contributos e caminhando com eles”.

“Enquanto espaço próprio de participação juvenil, a Assembleia Jovem de Escuta e Corresponsabilidade pretende afirmar-se como um pilar da dinâmica sinodal da Igreja em Portugal, convocando os jovens a expressar, discernir e propor caminhos para a Igreja, a partir da sua experiência concreta de fé, vida e missão”, conclui o DNPJ.

LJ/OC

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