Portalegre-Castelo Branco: Conselho Diocesano de Pastoral defende valorização do património

Mem Soares acolheu reunião que abordou também a necessidade de momentos em que cada fiel se veja parte da Igreja Diocesana

Portalegre, 29 jun 2026 (Ecclesia) – O Conselho Diocesano de Pastoral de Portalegre-Castelo Branco reuniu-se no útimo sábado, defendendo a valorização do património.

“O conselho acredita que por meio de parcerias seria possível existir um, ou mais, núcleo(s) museológico(s) que ponham ao serviço e a salvo as peças que as gerações passadas nos deixaram como herança”, indica um comunicado enviado hoje à Agência ECCLESIA.

O texto destaca que o património  “é um instrumento de relação com a cultura” deste tempo, “de evangelização e de memória”.

Entre os pontos abordados na reunião que decorreu em Mem Soares, Portalegre, esteve o setor da comunicação.

“A renovação do Site e das equipas que colaboram na comunicação da diocese são um sinal de renovação que animam o conselho. É preciso que o muito que acontece seja notícia”, indica o comunicado.

A nota destaca ainda “a viabilidade económica da Diocese” que, frisa, “é condição de liberdade na missão”.

“A responsabilidade ética de gerir bem não se dispensa em momentos de abundância, mas é urgente em momentos de privação como o que vivemos. O conselho vê possibilidades de rentabilização, preferencialmente sem alienação, do património de modo que se inverta a atual situação deficitária”, aponta.

De acordo com o documento, o Conselho Diocesano de Pastoral considera que “são necessários momentos em que cada fiel se veja parte da Igreja Diocesana e é obrigação da Diocese criar as ocasiões para que isso aconteça”.

“Em ordem a isso, a partir do ano pastoral 2026/27, haverá dois momentos a que todos são convidados, a assembleia Diocesana de Abertura do ano, a 5 de outubro, e Peregrinação Diocesana, último domingo de Maio. As datas tradicionais continuarão a ser assinaladas local, paroquial ou arciprestalmente”, menciona.

Ponte de Sor vai acolher a Assembleia Diocesana abertura de ano e os conselheiros acreditam num “programa diversificado e orientado aos diversos públicos”.

“O dia deve ter um momento inicial de acolhimento e oração e Eucaristia que junte a todos”, refere o documento.

O tema da visita pastoral é também apresentado no comunicado, com os conselheiros a salientar que esta tem que “ter um propósito Pastoral, não pode ser nem nunca foi cumprir protocolos, mas um recurso ao serviço do projeto pastoral da diocese, não focada no bispo em si, mas focada no que pode acontecer por meio desta visita”.

LJ/OC

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