Delegação portuguesa esteve na Coreia do Sul e «percebeu-se que Seul quer ter jornada, quer ter jovens»

Coimbra, 28 set 2026 (Ecclesia) – O diretor do Departamento Nacional da Pastoral Juvenil (DNPJ), da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), afirma que a Jornada Mundial da Juventude 2027, na Coreia do Sul “vai ser um desafio para todos”.
“Vai ser um desafio para todos por causa deste encontro com outra cultura, é do outro lado do mundo, mas também vai-nos desafiar a deixar-nos tocar pela Igreja asiática, que é diferente, e já deu para perceber”, disse Pedro Carvalho, à Agência ECCLESIA, este domingo, na ‘Formação à Vista’, em Coimbra.
O diretor do Departamento Nacional da Pastoral Juvenil da Igreja Católica em Portugal assinalou que no COL da JMJ Seul 2027 – Comité Organizador Local – estão “focados na organização, querem fazer um grande encontro”, e que os jovens sejam bem acolhidos.
“Vamos ter jornada porque percebeu-se que Seul quer ter jornada, quer ter jovens, está a organizar-se. Passaram-nos as informações onde vão ser os eventos centrais, como é que vai ser o acolhimento, como é que vão ser vividos aqueles dias. E, portanto, vamos ter jornada”, desenvolveu.
Pedro Carvalho frisou que a próxima edição internacional da jornada “vai acontecer em Seul”, e desafiou “todos os jovens de Portugal que se juntem à peregrinação” do DNPJ, ‘Vamos juntos à JMJ 2027’, lembrando que “não é uma viagem de turismo”.
“Vamos peregrinar. Vamos ser desafiados a encontrarmos com os jovens de todo o mundo, e este encontro com Cristo vivo”, acrescentou sobre a Jornada Mundial da Juventude em Seul, de 3 a 8 de agosto de 2027, com o lema ‘Tende coragem: Eu venci o mundo!’.
O DNPJ tem duas propostas, e o seu diretor vê “muito entusiasmo”, uma para “viver os Dias na Diocese de Macau”, que está a celebrar 450 anos da sua criação, e “vai ser uma passagem” para a JMJ na capital sul-coreana, local do “grande encontro”.
A Coreia do Sul acolheu o II Encontro Internacional de Preparação da JMJ Seul 2027, entre 13 e 17 de setembro, que contou com a participação de uma delegação da CEP, constituída pelo cardeal D. Américo Aguiar, o coordenador-geral da JMJ Lisboa 2023 e presidente da Comissão Episcopal Laicado, Família e Vida, por Pedro Carvalho, o padre Filipe Diniz, assistente espiritual do DNPJ, e Isabel Fernandes.
“Eu cheguei de Seul com um sentimento de grande alegria, porque foi uma oportunidade de encontro com a Igreja Universal, com quase 180 países. E foi fantástico perceber que aquilo que está em Seul, a peregrinação que se quer para o encontro com Cristo vivo, está mais próximo”, disse o diretor do Departamento Nacional da Pastoral Juvenil.
Deste encontro internacional de preparação, segundo Pedro Carvalho, também ficou um “sentimento de um caminho comum”, porque a JJMJ 2023, “de Lisboa, continua viva”.
“A nossa delegação era abordada pelos corredores, por onde passávamos: ‘de Lisboa; gostávamos muito; Todos, todos, todos’. Portanto, foi este sentimento de alegria, comunhão e de encontro que regressámos de Seul”, lembrou.
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