
Lisboa, 18 jun 2026 (Ecclesia) – A Diocese das Forças Armadas e de Segurança de Portugal, o Ordinariato Castrense, realiza a 43.ª Peregrinação Militar Nacional a Fátima, hoje e sexta-feira, dias 18 e 19 de junho.
“A iniciativa reúne habitualmente elementos das Forças Armadas, das Forças de Segurança, Antigos Combatentes, familiares e demais fiéis que desejam prestar homenagem à Padroeira de Portugal”, informa o Ordinariato Castrense, na sua página na internet.
A 43.ª Peregrinação Militar Nacional a Fátima realiza-se esta quinta-feira e sexta-feira, dias 18 e 19 de junho, com os peregrinos a reunirem, neste primeiro dia, para a celebração da Via-Sacra, pelas 17h00, nos Valinhos.
Segundo o programa, à noite, vão encontrar-se para a recitação do Rosário, pelas 21h30, na Capelinha das Aparições, no recinto do Santuário de Fátima.
A Peregrinação Militar Nacional ao santuário mariano da Cova da Iria continua esta sexta-feira, 19 de junho, pelas 10h00, com a saudação a Nossa Senhora, novamente na Capelinha das Aparições.
A Diocese das Forças Armadas e de Segurança de Portugal informa que a Eucaristia de encerrando da 43.ª peregrinação é celebrada pelas 11h00, na Basílica da Santíssima Trindade.
| O Ordinariato Castrense de Portugal é assim designado a partir de 1986, com a Constituição Apostólica ‘Spirituali Militum Curae’’; 1966 e 2000, tratava-se de um setor pastoral a cargo do patriarca de Lisboa.
Através do decreto n.º 387/87, de 17 de março de 2001, João Paulo II decidiu anuir ao pedido formulado pela Conferência Episcopal Portuguesa, separando o múnus do Ordinariato Castrense de Portugal do de patriarca de Lisboa. Pertencem ao Ordinariato Castrense e estão sob a sua jurisdição todos os fiéis militares e também aqueles que, por vínculo da lei civil, se encontram ao serviço das Forças Armadas; são também setores integrantes as Forças de Segurança, ou seja, a Guarda Nacional Republicana e a Polícia de Segurança Pública. O Serviço de Assistência Religiosa das Forças Armadas e das Forças de Segurança foi regulamentado em 2009, na sequência da Concordata assinada entre Portugal e a Santa Sé em 2004, sendo constituído pela Capelania Mor e pelos centros de assistência religiosa da Armada, do Exército, da Força Aérea, da Guarda Nacional Republicana e da Polícia de Segurança Pública. |
CB
