(Foto de arquivo)

Taizé, França, 22 ago 2018 (Ecclesia) – A Comunidade Ecuménica de Taizé (França) informa que a Paróquia de São José, em Ponta Delgada, Diocese de Angra, e a família Cardoso Dias vão receber uma «pequena fraternidade provisória» no próximo mês de setembro.

A «pequena fraternidade provisória» de Taizé vai ser constituída por Hana da Croácia, Marta da Polónia e Janika da Alemanha.

No seu sítio online, a comunidade ecuménica informa que vão envolver-se, principalmente, numa iniciativa local, “ajudando desprivilegiados de todas as idades e condições sociais” em Ponta Delgada.

A animação de orações, visitas e reuniões também fazem parte do programa diário de Hana, Marta e Janika.

A Diocese de Angra contextualiza que são três momentos diários de oração nas igrejas do Santuário do Senhor Santo Cristo, às 07h30, da Matriz de Ponta Delgada, às 13h00, e a partir das 18h00 em São José.

“Uma oportunidade extraordinária para colocar aos nossos jovens novos desafios e novos horizontes”, afirmou o casal Nuno e Helena Cardoso Dias, a família de acolhimento e promotora da iniciativa acolher a «pequena fraternidade provisória» de Taizé, divulga o sítio online diocesano ‘Igreja Açores’.

A comunidade ecuménica destaca que esta iniciativa tem sido “uma experiência enriquecedora para várias comunidades de acolhimento, paróquias e lugares de solidariedade e também para muitos jovens que viveram esta aventura espiritual”.

“É com alegria que continuamos a propor esta experiência”, acrescentam.

Desde o seu início, em 2014, Portugal já acolheu missionários noutras fraternidades provisórias em quatro dioceses católicas: Bragança-Miranda, Lisboa (Torres Vedras), Porto, Algarve.

No seu sítio online, a Comunidade de Taizé informa ainda que existem mais dois portugueses a viver esta experiência mas como missionários: Francisco está com o francês Jean, e o Miguel da Suíça na casa de refugiados, “Caza Boza”, em Madrid, até ao final deste mês, e foram recebidos pelos frades Capuchinhos e por voluntários que vivem na casa.

Para a Paróquia de Solla, no Togo, África, viajou Cristina com Barbara e Elli, da Alemanha, Perpetué, que é do Togo, e a Clotilde, de França.

Desde o início deste mês, na aldeia com 5000 habitantes, no norte do país, estão a trabalhar nos campos, participam na animação pastoral, dão cursos e, certamente, visitam a população local, até meados de setembro.

A comunidade de Taizé surge a 20 de agosto de 1940 fundada por um jovem pastor protestante suíço em plena II Guerra Mundial; Hoje é constituída por cerca de 100 irmãos das várias igrejas cristãs, incluindo a católica.

Roger Schutz, nasceu na Suíça em 1915, e quando tinha 25 anos foi para a França, país natal da sua mãe, e ficou na pequena aldeia de Taizé, a cerca de 360 quilómetros de Paris, onde escreveu uma regra para os monges, inspirada na tradição beneditina e inaciana.

CB

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