Celebrações do 13 maio podem receber 7500 pessoas e santuário vai ter acolhedores, com dispensadores de álcool gel, que indicarão os lugares

Foto: Lusa/EPA

Fátima, 06 mai 2021 (Ecclesia) – O Santuário de Fátima destaca que os seus voluntários dão um “contributo importante” para o acolhimento dos peregrinos, na proximidade da peregrinação internacional aniversaria de maio que pode receber até 7500 pessoas, no Recinto de Oração.

“As medidas de segurança definidas pelo Santuário de Fátima no contexto da pandemia trouxeram a necessidade de ter acolhimento presencial em todos os espaços do Santuário para que assim se garanta o cumprimento das normas sanitárias em vigor”, explica no seu sítio online.

O Santuário de Fátima informa que o “acolhimento presencial” regressou, no mês de abril, nas entradas das basílicas da Santíssima Trindade e de Nossa Senhora do Rosário de Fátima e no Recinto de Oração, após novo confinamento e suspensão das celebrações com presença dos fiéis por causa da pandemia Covid-19, em janeiro.

A peregrinação internacional do 13 de maio vai ser celebrada com lotação limitada a 7500 pessoas, no Recinto de Oração, devido às restrições impostas pela pandemia.

Neste sentido, à imagem do que aconteceu no 13 de outubro de 2020, as entradas no recinto realizam-se por oito portas, devidamente assinaladas, nos lados norte e sul do santuário, onde vão estar acolhedores, com dispensadores de álcool gel, que indicarão os lugares para onde deverão seguir os peregrinos, que se devem manter no mesmo sítio durante as celebrações.

A pandemia, adianta, “obrigou” a redefinir o plano de voluntariado, centrando-o na “resposta às necessidades emergentes” nos diferentes espaços da Cova da Iria, e, aos fins de semana, o acolhimento “é assegurado maioritariamente” pelo seu grupo de voluntários.

O reforço destas tarefas específicas de acolhimento, “implicou mais de 3000 horas de voluntariado”, em 2020, que foram possíveis através de parcerias com o Corpo Nacional de Escutas (CNE), a Associação dos Servitas de Nossa Senhora de Fátima e a Fraternidade de Nuno Álvares.

Foto: Santuário de Fátima

O padre Luís Marinho assistente nacional do CNE, afirmou que este serviço leva os escuteiros “à proximidade do método e vivência escutista”, porque o escutismo “vive muito nesta dimensão da peregrinação”.

“O CNE nasceu em 1923 e há relatos que referem que desde que começaram as peregrinações, os escuteiros já estariam presentes”, destacou o sacerdote à sala de imprensa do santuário.

Segundo o Santuário de Fátima, a parceira com o Corpo Nacional de Escutas está limitada à participação de “caminheiros e dirigentes, oriundos de todo o país”, em 2020, foram 65 elementos de 26 agrupamentos do CNE, de dez dioceses.

Em 2020 chegaram 21 novos voluntários ao santuário mariano, e no dia 31 de dezembro, o grupo contava com 292 pessoas, uma equipa com 67% do sexo feminino – com maioria da faixa etária entre os 41 e os 80 anos – e 33% do sexo masculino.

O Departamento de Liturgia é o que congrega mais pessoas, “com cerca de 53,2% dos voluntários”, que estão distribuídos por 17 grupos, como o apoio à comunicação social, nas informações, na Capela da Reconciliação, apoio à expedição das publicações, nos retiros de doentes, aos peregrinos a pé, acolhimento no Posto de Socorros e no Museu do Santuário de Fátima, por exemplo.

CB/OC

 

Fátima:  Celebrações do 13 maio podem receber 7500 peregrinos

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