«É o momento de nos voltarmos a encontrar, fortalecer amizades e renovar os laços», afirmou o chefe regional António Escudeiro

Vila Real, 13 out 2026 (Ecclesia) – O Corpo Nacional de Escutas (CNE) da Região de Vila Real realizou o seu 36.º encontro, de início do novo ano escutista, com “mais de 600 escuteiros, de 18 agrupamentos”, este sábado, 10 de outubro, em Montalegre.
“É o momento de nos voltarmos a encontrar, fortalecer amizades e renovar os laços que nos unem nesta grande família escutista”, disse o chefe regional de Vila Real do CNE – Escutismo Católico, citado na nota enviada hoje, 13 de outubro, à Agência ECCLESIA.
Para o chefe António Escudeiro, o XXXVI Encontro Regional da Região de Vila Real do CNE é mais do que uma concentração de escuteiros, e destacou a importância do convívio presencial e da partilha de experiências entre agrupamentos.
Esta iniciativa de início do novo ano escutista na Diocese de Vila Real foi um dia marcado pela fé, pela amizade, pelo compromisso educativo, e passagem de “muitos jovens para novas secções”, que reuniu “mais de 600 escuteiros”, crianças, jovens e dirigentes de 18 agrupamentos, no sábado, 10 de outubro, em Montalegre.
O chefe regional de Vila Real do CNE sublinhou o papel educativo do escutismo católico na sociedade em que os valores e as referências parecem, por vezes, perder importância junto dos mais jovens, por isso, procuram formar pessoas responsáveis, solidárias e comprometidas.
“Num tempo em que esta escala de valores nem sempre recebe a devida atenção por parte dos jovens, das famílias e da sociedade, torna-se essencial educar pelo exemplo e recuperar o sentido da responsabilidade, do respeito e do compromisso”, acrescenta o comunicado.
O bispo de Vila Real presidiu à Eucaristia do 36.º Encontro dos escuteiros católicos da Região de Vila Real; D. António Augusto Azevedo afirmou a dimensão espiritual do Escutismo e a importância da fé na vivência da Promessa e da Lei escutista.
O Corpo Nacional de Escutas da Região de Vila Real termina o comunicado a afirmar que este encontro regional marcou o início de um novo ano de caminhada escutista com o “compromisso de continuar a formar jovens capazes de servir, assumir responsabilidades e deixar o mundo melhor do que o encontraram”.
CB/OC


