Monjas professaram o compromisso «in perpetuo» de viver no Mosteiro de Santa Maria Mãe da Igreja
Bragança, 26 mar 2026 (Ecclesia) – O Mosteiro Trapista de Santa Maria Mãe da Igreja, em Palaçoulo, Miranda do Douro, foi erigido como “priorado simples”, e iniciou “um percurso autónomo” em relação ao mosteiro italiano de Vittorchiano com o qual mantinha uma “união filial”.
“Asseguradas as leis universais da Igreja, especialmente no que concerne à clausura, sustento das monjas e à sua assistência espiritual, o ato canónico que hoje se assinalou marca o início de um percurso autónomo”, informa a Diocese de Bragança-Miranda, sobre a cerimónia realizada esta quarta-feira, numa nota enviada hoje à Agência ECCLESIA.
O Mosteiro de Santa Maria Mãe da Igreja, na diocese transmontana, foi erigido como “priorado simples”, na Eucaristia presidida pelo bispo de Bragança-Miranda, D. Nuno Almeida, que contou com a presença do arcebispo de Braga, D. José Cordeiro, na solenidade liúrgica da Anunciação do Senhor.
Na eucaristia, após a leitura do documento da Santa Sé, as monjas Giusy Maffini (superiora), Augusta Tescari, Annunziata Levi, Maria Luce Galgano, Sara Smacchia, Deborah Volontè, Lucia Villarosa, Alice Piccinini e Margherita Baldini professaram o seu compromisso “in perpetuo” de viver no Mosteiro trapista de Santa Maria Mãe da Igreja.
O Mosteiro Trapista português, em Palaçoulo, pertence à Ordem Cisterciense da Estrita Observância, foi fundado, em 2019, por 10 monjas do Mosteiro de Vittorchiano, perto de Roma, em Itália, “e manteve sempre a união filial”, começando “um percurso autónomo”.

O mosteiro e a hospedaria da comunidade religiosa de Santa Maria Mãe da Igreja, em Palaçoulo, foram inaugurados no dia 23 de outubro de 2024, em Miranda do Douro, na Diocese de Bragança-Miranda, após começar a ser idealizado em 2016.
A Ordem Cisterciense da Estrita Observância, que tem as suas raízes no novo Mosteiro de Citêaux (França), fundado por 21 monges beneditinos, em 1098.
CB/OC
