Mons. Sebastião Pires Ferreira presidiu à celebração das Cinzas, no arranque da Quaresma

Foto: Diocese de Viana do Castelo

Viana do Castelo, 18 fev 2021 (Ecclesia) – O administrador diocesano de Viana do Castelo presidiu esta quarta-feira à celebração das Cinzas, no início da Quaresma, apelando à “coragem” do perdão.

“É necessário ter a coragem de, quando vamos em busca do perdão das nossas faltas, ir ter, também, com o nosso irmão, seja quem for, e, diante dele, pedir desculpa, sem pejo ou vergonha”, referiu mons. Sebastião Pires Ferreira, numa intervenção divulgada hoje pela diocese e enviada à Agência ECCLESIA.

A Missa na Catedral do Alto Minho teve transmissão online.

O responsável católico afirmou que a Quaresma “é sempre um apelo à conversão”, na preparação para a celebração da Páscoa.

A homilia sublinhou que “o reconhecimento do pecado é o início da conversão”, convidando a uma reconciliação integral com Deus, o que implica “a reconciliação com aquele ou aquela que, porventura, tenha qualquer coisa contra si”.

Refletindo sobre as práticas tradicionalmente associadas à vivência quaresmal – oração, esmola, jejum -, mons. Sebastião Pires Ferreira convocou, em primeiro lugar, a uma oração “que não seja apenas uma oralidade ou um exercício de memória, mas oração sentida e consciente, oração com o coração, oração que nos converta”.

O responsável desejou que estes 40 dias quaresmais sejam um tempo de doação, concretizada na esmola, “ao serviço dos irmãos em maiores dificuldades”.

Neste contexto, anunciou que a renúncia quaresmal, com os donativos dos católicos de Viana do Castelo, vai ser destinada à diocese moçambicana de Pemba.

A homilia propôs ainda um “jejum” de comportamentos, evitando aquilo que “está a ferir ou a incomodar alguém”.

OC

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