«É tempo de atuar com ânimo e fé corajosa» – Frei Armindo Carvalho

Foto: Lusa

Lisboa, 26 mar 2019 (Ecclesia) – O ministro provincial da Ordem dos Franciscanos Menores (OFM) em Portugal informau que, através da União Missionária Franciscana, vão juntar “a ajuda” que receberem de “toda a Família Franciscana Portuguesa” e enviá-la para Moçambique.

“Lanço o apelo confiante aos irmãos e irmãs, para que nos juntemos e atuemos já”, escreve frei Armindo Carvalho, relançado que “é tempo de atuar com ânimo e fé corajosa”.

O ministro provincial da OFM, que na sua mensagem divulga o NIB da União Missionária Franciscana, explica que o ciclone Idai “proclama Palavra de Deus a descobrir, e a responder” com um gesto de amor e solidariedade” e os donativos podem ser também entregues em “cheque bancário, envelopes ou em mão”.

Frei Armindo Carvalho salienta que vão destinar “à restauração da vida do povo moçambicano” a renúncia quaresmal 2019 das fraternidades e o “fruto da renúncia pessoal” que cada irmão fará e de seus conhecidos e amigos.

Neste contexto, vão também destinar o “contributo” que as Congregações Franciscanas disponibilizarem, bem como das “Fraternidades da OFS e suas famílias”, e de Ordens e Congregações Religiosas, da Família Franciscana Portuguesa.

“Desejo que nesta hora dolorosa para os Franciscanos e todo o povo de Moçambicano em geral, nos juntemos em fraterna e generosa ação de justiça e amor”, acrescenta o frade menor.

Na mensagem publicada online recorda que a Província Portuguesa da OFM, um ano após a sua restauração em 1898, levou a Igreja “em missão a Moçambique e, ao jeito de São Francisco e Santa Clara de Assis”, e a Beira foi a sua primeira missão.

“Hoje é uma entidade autónoma, florescente e viva. Esta Província de Portugal assume como sua a dor do povo moçambicano. Nesta hora queremos ajudar a reconstruir vidas, aliviando a dor deste Povo e apostando num futuro em Deus”, acrescenta.

Segundo o balanço mais recente, a passagem do ciclone Idai por Moçambique, Maláui e Zimbabué, na noite de 14 de março, provocou a morte a pelo menos 761 pessoas, 446 das quais em Moçambique.

CB

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