Vales e portal online permitem contribuições até 2 de junho

Lisboa, 27 mai 2019 (Ecclesia) – O Banco Alimentar contra a Fome recolheu 1605 toneladas de alimentos durante a campanha nacional que decorreu entre sábado e domingo em mais de duas mil superfícies comerciais, anunciou hoje Isabel Jonet, presidente da instituição.

“Sabemos que, apesar da melhoria das condições económicas, muitos dos nossos concidadãos continuam a enfrentar grandes dificuldades e significativas restrições alimentares e é por isso gratificante constatar que os portugueses têm uma perceção dessa realidade, procurando sempre, na medida das suas possibilidades, contribuir para a minorar”, refere a responsável, numa nota divulgada pela federação dos Bancos Alimentares.

A campanha disponibiliza vales que estão disponíveis até 2 de junho, nas caixas dos supermercados e nos postos de abastecimento de combustível aderentes à Campanha; o Banco Alimentar apresenta ainda o seu portal de doação online, em www.alimentestaideia.pt.

O presidente da República defendeu no domingo que a “única forma de combater a pobreza” é “crescer e distribuir” à medida desse crescimento, lamentando os “ainda elevados” números registados sobre as carências em Portugal.

“A única maneira de combater a pobreza é que temos que crescer mais e distribuir a riqueza à medida desse crescimento, pensando em como corrigir as desigualdades a começar naquela mais flagrantes”, afirmou Marcelo Rebelo de Sousa, em Braga, numa visita ao Banco Alimentar, onde se juntou aos voluntários na separação dos bens doados.

O Banco Alimentar iniciou a sua atividade em 1991, em Lisboa, tendo o modelo sido replicado por grupos de voluntários em 21 zonas de Portugal (Abrantes, Algarve, Aveiro, Beja, Braga, Castelo Branco, Coimbra, Cova da Beira, Évora, Leiria-Fátima, Lisboa, Madeira, Oeste, Portalegre, Porto, S. Miguel, Santarém, Setúbal, Terceira, Viana do Castelo, Viseu).

OC

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