Fundação pontifícia ajudou mais de 5 mil projetos, a nível mundial, durante 2018

Foto: AIS

Lisboa, 20 jun 2019 (Ecclesia) – A fundação pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) publicou hoje o seu relatório anual relativo a 2018, ano em que apoiou 5019 projetos em 139 países, registando um aumento de 5% nos donativos em Portugal, face a 2017.

Catarina Martins de Bettencourt, diretora do secretariado português da AIS, assinala que os cerca de 3 milhões donativos recolhidos no país permitiram apoiar “diversíssimos projetos de ajuda aos cristãos em tantas partes do mundo”.

Em comunicado enviado à Agência ECCLESIA, a responsável destaca o “apoio à comunidade cristã na Síria”, a continuação da ajuda para a “reconstrução das casas dos cristãos na Planície de Nínive”, assim como o apoio à sobrevivência e manutenção da comunidade cristã no Iraque e o apoio à Igreja na Índia.

Para a diretora da AIS em Portugal, importa “sublinhar e agradecer a enorme generosidade dos benfeitores e amigos” da instituição pontifícia, fundada no final da II Guerra Mundial pelo padre Werenfried van Straaten.

A nível mundial registam-se 111 milhões de euros de donativos que ajudam a responder a solicitações oriundas dos cinco continentes.

Segundo o relatório, “o apoio à construção foi dos mais significativos”, com 31,9% do total, registando-se ao longo de todo o ano de 2018 “mais de 2400 projetos relacionados com capelas, igrejas, seminários e conventos, e ainda habitações nas aldeias e vilas cristãs na Planície de Nínive, no Iraque”.

A ajuda de emergência e a refugiados atingiu 12,4%, a par com a ajuda de subsistência e formação de padres e religiosos.

OC

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