D. Américo Aguiar administrou o Sacramento do Crisma a 59 jovens e adultos, na eucaristia conclusiva

Almada, 06 jul 2026 (Ecclesia) – O bispo de Setúbal visitou mais de 55 instituições na visita à Paróquia do Monte de Caparica, na Vigararia de Almada/Caparica, que terminou “com o coração cheio de gratidão”, este domingo, na Eucaristia onde administrou o Sacramento do Crisma.
“Chegamos ao fim da Visita Pastoral à Paróquia do Monte da Caparica com o coração cheio de gratidão a Deus por tantos encontros, tantas partilhas, tantos gestos de proximidade, amizade e fé vivida”, escreve D. Américo Aguiar, na mensagem de encerramento da visita pastoral publicada esta segunda-feira, e enviada à Agência ECCLESIA.
A 12.ª Visita Pastoral às comunidades da Vigararia de Almada/Caparica realizou-se à Paróquia do Monte de Caparica, onde o bispo de Setúbal esteve com mais de 55 instituições, entidades civis e autárquicas, coletividades, movimentos paroquiais, associações, empresas, instituições de solidariedade social, entre outros, de 20 de junho a 5 de julho.
Esta visita esteve interrompida para o cardeal português participar no Consistório convocado pelo Papa Leão XIV (de 25 a 30 de junho), de onde regressou enriquecido “por essa experiência de comunhão com a Igreja universal e trazendo a bênção que o Santo Padre”.
“Quero agradecer ao Senhor por esta comunidade colocada sob a proteção de Nossa Senhora do Monte, pelo testemunho dos seus sacerdotes, dos consagrados, dos leigos comprometidos, dos jovens, das famílias, dos idosos, dos doentes e de todos aqueles que, de formas tão diversas, fazem da Igreja uma verdadeira casa aberta para todos, todos, todos”, salienta D. Américo Aguiar.
O bispo de Setúbal, “com muita alegria e gratidão”, assinala a “constituição formal” do Conselho Pastoral Paroquial e do Conselho para os Assuntos Económicos da Paróquia do Monte de Caparica, afirmando que são “sinais concretos de uma Igreja sinodal, corresponsável e missionária”, onde todos são chamados a participar, segundo os seus dons e carismas, “na construção da comunidade cristã e no discernimento dos caminhos da evangelização”.
D. Américo Aguiar, ao longo da visita pastoral, esteve, por exemplo, no bairro do 2.º Torrão, onde presidiu na capela, no Bairro do Raposo, nas universidades – Egas Moniz School of Health and Science, e NOVA FCT, no campus da Caparica -, no campo do Atlético do Monte de Caparica, na ETAR do Portinho da Costa, na APPACDM, e em Porto Brandão, e guarda “com especial gratidão a visita ao extraordinário trabalho desenvolvido pela Instituição Vale de Acór”.
Na mensagem de encerramento, D. Américo Aguiar assinala que falta visitar a Paróquia da Charneca da Caparica, na Vigararia de Almada/Caparica, mas a mudança de pároco, foi nomeado o padre Leonel Neves, e a sua “deslocação a Seul”, para os trabalhos de preparação da Jornada Mundial da Juventude 2027, “aconselham que seja realizada no decorrer do ano pastoral de 2026/2027”.
“A presença de uma comunidade universitária que ronda os 20 mil estudantes, docentes, investigadores e colaboradores constitui uma realidade de enorme relevância para a nossa Diocese e merecerá, nos próximos anos, um especial cuidado pastoral, como expressão da nossa opção por uma Igreja próxima dos jovens, das suas perguntas, inquietações, sonhos e esperanças”, destaca o bispo de Setúbal.
CB/OC
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A visita pastoral à Paróquia do Monte de Caparica terminou com a celebração da Eucaristia, na igreja paroquial, onde o bispo sadino administrou o Sacramento do Crisma a 59 jovens e adultos, este domingo, 5 de julho, um dia após terem passeado de barco pelo rio Tejo. “Eu desejo, espero e rezo que não seja o costume, que o Bispo crisma e para a semana desapareceram todos, já ninguém cá põe os pés, a data não é fácil, estamos nas férias, não é? Mas mesmo assim espero que o Crisma não seja qualquer coisa que é última que recebemos para desaparecermos”, disse o bispo de Setúbal na homilia da celebração, enviada à Agência ECCLESIA. O cardeal destacou aos crismandos que “a Igreja deseja, quer e reza” que este sacramento seja início, ou que seja “compromisso de fidelidade”, de caminharem juntos para dar testemunho de Cristo vivo, indicando que “ninguém é melhor e ninguém é pior”, e cada um estava ali porque “Deus decidiu tocar e tocar profundamente no seu coração”.
O bispo de Setúbal também afirmou que “é muito importante que as igrejas possam estar abertas”, referiu que na diocese “uma maioria significativa abre a porta para a missa e fecha-a no fim da missa”, mas pediu “um esforço”, como na comunidade da Paróquia do Monte de Caparica, e agradeceu “a todos que garantem que esta igreja esteja aberta tanto tempo, durante todos os dias”. |










