Lisboa, 07 mai 2011 (Ecclesia) – Os missionários scalabrinianos que atuam em países asiáticos como a Austrália, Filipinas, Japão ou Indonésia promoveram um encontro alargado de reflexão sobre o seu trabalho evangelizador no continentes asiático.

“Prevê-se um forte fluxo migratório entre os países, insinuando que os missionários leigos devem acompanhar a história e, se possível, se adiantar a ela”, realça o padre Olmes Milani, que trabalha  atualmente na cidade nipónica de Tóquio.

Sob o tema “Chamados para ser uma comunidade evangelizadora”, aquela congregação religiosa católica juntou-se em Sidney, na Austrália, entre os dias 2 e 6 de maio.

O sacerdote destaca sobretudo “a presença encorajadora” de alguns leigos que relataram as suas experiências e demonstraram o seu apoio para o desenvolvimento de  projetos junto de migrantes e refugiados.

O arcebispo de Sidney, cardeal George Pell, recordou o “significativo papel das escolas”, em décadas anteriores, para que aqueles grupos se integrassem melhor nas comunidades cristãs.

A congregação scalabriniana, fundada pelo beato João Batista Scalabrini em Itália, no século XIX, está espalhada por 24 países, de diversos continentes.

O seu carisma traduz-se no anúncio de Cristo no meio da mobilidade humana dos povos, num trabalho que se estende desde os centros de acolhimento e apoio a imigrantes até ao apostolado junto das gentes do mar.

JCP

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