Santarém: “É a partir de dentro, do mais íntimo da pessoa, que tudo se renova”, afirmou D. José Traquina

Bispo de Santarém presidiu à Vigília Pascal na Catedral daquela cidade.

Foto: Diocese de Santarém (arquivo 2025)

Santarém, 05 abr 2026 (Ecclesia) – A simbologia do círio pascal deu o tom às palavras de D. José Traquina na homilia da Vigília Pascal que presidiu, este sábado, na Sé de Santarém.

É a partir dele que se acenderam as velas, porque “é símbolo de Cristo Ressuscitado” referiu, o bispo de Santarém, na homilia enviada à Agência ECCLESIA.

Para D. José Traquina, esta luz “é a luz da nossa fé e da esperança” assim, recordou, “é a partir de dentro, do mais íntimo da pessoa, que tudo se renova”, sublinhou.

O bispo de Santarém considera que não é possível celebrar a Páscoa ou promover a Liturgia batismal e “ficar tudo na mesma”.

D. José desafia a “não ficar fechados pelo medo” mas anunciar a fé “com coragem”.

Para o bispo de Santarém, esta coragem é a marca do testemunho dos Santos que, ao longo de dois mil anos a Igreja nos apresenta como exemplos “na afirmação da Fé e na promoção do cuidado com os mais pobres.

A Igreja Católica celebrou nas últimas horas de sábado e nas primeiras deste Domingo de Páscoa o principal e mais antigo momento do ano litúrgico, a Vigília Pascal, assinalando a ressurreição de Jesus, elemento central da fé cristã.

Cinco elementos compõem a liturgia da Vigília Pascal: a bênção do fogo novo e do círio pascal; a proclamação da Páscoa, que é um canto de júbilo anunciando a Ressurreição do Senhor; a série de leituras sobre a História da Salvação; a renovação das promessas do Batismo, por fim, a liturgia Eucarística.

HM

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