Os Evangelhos conjugam assiduamente o verbo «tocar» com o contexto de multidão: neles podemos perceber a «hipersensibilidade» de Jesus, mestre do sensível. A investigadora em História Religiosa, Cátia Tuna, sublinha que os milagres que Jesus fazia distinguiam-se dos outros milagreiros porque se centravam sempre no outro e na sua necessidade. E os seus toques rasgavam o interdito e o intocável.

 

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