Movimento salienta que, «mais do que nunca», as comunidades precisam de se «reencontrar»

Lisboa, 22 jul 2021 (Ecclesia) – A Juventude Mariana Vicentina está a realizar a ‘Missão Jovem JMV 2021’ em todas as paróquias onde existem centros locais do movimento, promovendo atividades de natureza missionária, até ao próximo domingo.

“A pandemia não pode ser desculpa para não partir para a ação e ao encontro do outro, e mais do que nunca as comunidades precisam de voltar a reencontrar-se, ainda que com todos os cuidados de saúde e segurança que temos de cumprir”, assinala a JMV, num comunicado enviado à Agência ECCLESIA.

O movimento explica que “todos os jovens” da Juventude Mariana Vicentina, de norte a sul do país, estão ao longo desta semana em “comunhão” a desenvolver atividades nas suas próprias paróquias de origem, que têm como objetivo “revitalizar as suas comunidades”.

Desde domingo, os jovens estão a visitar idosos e doentes, a dinamizar atividades em instituições sociais com idosos, um “porta-a-porta missionário”, catequeses e atividades com as crianças e adolescentes, e também a animar a liturgia da Eucaristia, a promover vigílias de oração e celebrações com as comunidades e encontros de formação.

Foto: Juventude Mariana Vicentina

Para além das iniciativas nos Centros Locais da JMV, o Conselho Nacional da Juventude Mariana Vicentina está a realizar também atividades online com o objetivo de “congregar e partilhar” as experiências missionárias que estão a decorrer simultaneamente.

A ‘Missão Jovem JMV 2021’ é uma “resposta missionária” ao apelo do Papa Francisco – “sair em direção aos outros para chegar às periferias humanas” (EG,46) -, mas também de ir ao encontro “dos irmãos que a pandemia acabou por afastar da vida pastoral paroquial e da prática cristã”.

A Juventude Mariana Vicentina é um movimento juvenil internacional que tem por objetivo acompanhar os jovens cristãos no “crescimento da sua fé, até à maturidade cristã”, está em Portugal há 37 anos e existem 24 grupos.

O movimento está presente em mais de 66 países e é “fruto de um desejo revelado nas aparições de Nossa Senhora” a Santa Catarina Labouré, religiosa Filha da Caridade, em 1830, tendo início nos colégios internos da congregação em Paris.

CB/OC

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