Projetos com a JMJ no horizonte marcaram início da Pastoral Juvenil na diocese

Foto Diocese do Porto/João Lopes Cardoso

Porto, 30 setembro 2019 (Ecclesia) – Os jovens do Porto começaram o ano pastoral juvenil com uma vigília de oração, este sábado, na Sé daquela cidade, na atividade “impulsionadora” «Ora Arranca».

O «Ora Arranca» congregou várias centenas de jovens das regiões pastorais da Diocese do Porto e mostrou “o dinamismo” da juventude nos “momentos de oração, silêncio e animação”, realçou Liliane Mendonça, do Secretariado Diocesano da Pastoral Juvenil.

A vigília de oração andou “à volta dos símbolos do batismo” porque “cá fora o mundo espera por eles, concretamente”, salientou à Agência ECCLESIA D. Armando Esteves, bispo auxiliar do Porto.

Ao longo do ano pastoral, o Secretariado Diocesano da Pastoral Juvenil vai promover momentos de formação de “coordenadores e animadores de grupos com jovens e catequistas da adolescência”, disse à Agência ECCLESIA o padre Jorge Nunes, responsável daquele secretariado.

Nas quatro regiões pastorais da Diocese do Porto, este organismo vai realizar também a iniciativa “Escutar Deus na voz dos jovens”, onde os jovens – na presença de um bispo – “têm a oportunidade de dizer aquilo que sentem e a resposta que podem dar à Igreja”, sublinha o responsável.

Mais próximo do verão, o secretariado da pastoral juvenil propõe também “as caminhadas da fé”, uma atividade noturna que orienta “os jovens das trevas à luz”, numa “dinâmica de retiro andante”, frisou o padre Jorge Nunes.

O Dia Diocesano da Juventude, “o maior encontro de jovens da diocese”, é outra atividade proposta, para além dos momentos que preparam a Jornada Mundial da Juventude que decorre em Lisboa, em 2022.

Para os jovens do Porto, a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) já “começou” e já “trabalham nessa perspetiva” porque querem “envolver toda a diocese”, refere o diretor do secretariado.

É fundamental que a JMJ “recrie esta Igreja de Portugal e a torne ainda mais configurada ao rosto de Cristo”, acrescenta.

Para o padre Jorge Nunes, a Igreja está a viver “um momento de graça” e tem “os melhores jovens da história da humanidade”.

A maioria dos jovens da Diocese do Porto é “muito participativa” e agora, “com este rebuçado [ndr: JMJ]” dado à juventude portuguesa ainda está “mais motivada”, disse Liliane Mendonça.

“Nota-se esta ânsia de fazer qualquer coisa e como chegaram já livros e propostas, daqui a três anos vai ser um mar, um atlântico cheio de alegria”, concluiu D. Armando Esteves.

Alguns dos participantes relataram à Agência ECCLESIA que “os jovens são a chave e o futuro da humanidade”.

PR/LFS

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