Movimento diocesano salienta que «os dias do Cursilho foram vividos com um turbilhão de emoções e sentimentos»

Portalegre, 24 abr 2026 (Ecclesia) – O bispo de Portalegre-Castelo Branco esteve presente no encerramento do 81º Cursilho de Cristandade de Senhoras desta diocese, organizado pelo Movimento Cursilho de Cristandade (MCC), este domingo, dia 19 de abril, no Cineteatro de Nisa.
Num comunicado enviado à Agência ECCLESIA, o MCC de Portalegre-Castelo Branco destaca a “agradável presença” do bispo diocesano, D. Pedro Fernandes, que presenteou-os “com as suas palavras”, e deu às 28 novas cursilhistas “o crucifixo de Cristo”, a quem é pedido que não esqueçam o repto ‘Cristo conta contigo’.
Nesta sessão de encerramento do Cursilho de Cristandade de Senhoras, com “amigos cursilhistas, familiares e párocos”, as novas cursilhistas deram um “testemunho entusiasta e alegre”, realçaram a importância das “visitas ao Sacrário, por sentirem aí a forte presença de Cristo Ressuscitado”.
O 81º Cursilho de Cristandade de Senhoras da Diocese de Portalegre – Castelo Branco, com 28 particpantes, acompanhadas por 12 dirigentes de diferentes zonas da diocese e do diretor espiritual deste movimento, realizou-se de 16 a 19 de abril, na Casa Diocesana de Mem Soares, em Castelo de Vide.
“Os dias do Cursilho foram vividos com um turbilhão de emoções e sentimentos; descobriram que têm um Amigo que caminha com todas, lado a lado, todos os dias das suas vidas, dando-lhes a força necessária para O levar aos seus ambientes, sendo o seu suporte em todos os momentos da sua vida”, explica.

No encerramento do Cursilho de Cristandade de Senhoras da Diocese de Portalegre, o diretor espiritual, padre Adelino Cardoso, realçou a importância das “inúmeras intendências recebidas para o bom fruto do Cursilho”, a importância dos que ficaram na retaguarda “com a sua oração”, que são a “maior alavanca” para que tudo esteja previsto no decorrer dos três dias de retiro.
O Movimento dos Cursilhos de Cristandade nasceu em Espanha, na Ilha de Palma de Maiorca, em 1944, por iniciativa de Eduardo Bonnín Aguiló, e chegou a Portugal em 1960.
O primeiro cursilho em Portugal realizou-se em Fátima, entre 30 de novembro e 3 de dezembro, por vontade do então cardeal-patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira.
O MCC tem reconhecimento canónico pela Santa Sé como “Estrutura de coordenação, promoção e difusão da experiência dos cursilhos de Cristandade, tendo personalidade jurídica privada”.
CB
