Foto: Facebook Mosteiro de Bustelo

Penafiel, 26 jul 2018 (Ecclesia) – O Grupo de Voluntários do Museu do Mosteiro de Bustelo e a Paróquia de São Miguel de Bustelo, em Penafiel, Diocese do Porto, promovem uma semana cultural, entre hoje e sábado, 28 de julho, no antigo mosteiro beneditino.

A semana especial começa com uma Eucaristia por todos os religiosos do mosteiro de Bustelo, às 20h00.

Num comunicado enviado à Agência ECCLESIA, a Paróquia de São Miguel de Bustelo destaca a apresentação do livro ‘D. Manuel Luís Coelho da Silva – Comemorações do Centenário da Ordenação Episcopal 1915-2015’, às 21h00.

O livro vai ser apresentado hoje pelo vice-postulador da Causa da Beatificação do Servo de Deus Padre Américo, o padre Manuel Mendes, com a presença de consagrados religiosos naturais de Bustelo, a partir das 21h00.

O bispo D. Manuel Luís, natural de Bustelo, foi vigário-geral da Diocese do Porto e bispo de Coimbra (1915–1936) e a publicação resulta das atividades dinamizadas pela paróquia para assinalar o centenário da sua ordenação episcopal, entre setembro e novembro de 2015.

Em informação enviada à Agência ECCLESIA, o padre Manuel Mendes realça que o prelado é uma “figura relevante na História da Igreja Católica em Portugal no séc. XX”, nomeadamente, na reação católica à questão religiosa da Primeira República.

“A sua maior preocupação foi o Seminário de Coimbra, o recrutamento de vocações e a defesa dos edifícios do Seminário”, refere o sacerdote que vai apresentar a publicação que reúne textos e fotografias alusivos às comemorações do centenário da ordenação episcopal de D. Manuel Luís Coelho da Silva.

O abade do Mosteiro de Singeverga, Dom Bernardino da Costa, vai falar sobre ‘Vida Monástica e Liturgia’, às 21h00, esta quinta-feira, no mosteiro do século XVI.

Segundo o programa, o último dia da semana cultural dinamizada pela Paróquia de São Miguel de Bustelo, em Penafiel, começa com uma visita guiada ao mosteiro, às 10h00, com encenações pontuais do ator Rui Ferreira, e termina com ‘O dia de um monge beneditino’, a partir das 17h30, pela historiadora Aida Mata.

CB

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