«Todos estão convocados», afirmou D. Américo Aguiar na igreja de São João Paulo II, na Paróquia da Atouguia, no concelho da Calheta

Foto Agência Ecclesia/PR

Atouguia, Madeira, 14 mai (Ecclesi) – O coordenador-geral da JMJ Lisboa 2023 afirmou este sábado na igreja dedicada a São João Paulo II, fundador da Jornada Mundial da Juventude, que “todos estão convocados” para o encontro que vai reunir jovens de todo o mundo como Papa, em Portugal.

“Neste local tão especial da Ilha da Madeira, na igreja que evoca São João Paulo II, é particularmente sugestivo dizer a todo o país e mais uma vez que todos estão convocados para a organização da jornada”, afirmou D. Américo Aguiar em declarações à Agência ECCLESIA.

O bispo auxiliar de Lisboa disse que “só com o pouquinho de cada um é que será possível o muito que é necessário para a organização da Jornada Mundial da Juventude”.

D. Américo Aguiar presidiu à Eucaristia na Igreja da Atouguia, inaugurada em 2012 e dedicada a São João Paulo II, com a presença dos símbolos da JMJ e participada também por representantes dos Comités Organizadores Diocesanos (COD) e alguns elementos do Comité Organizador Local (COL).

“Mais importante do que a semana da JMJ, para a Igreja em Portugal e para a sociedade portuguesa de um modo geral, é o caminho de preparação, o ativar das capacidades que existem no terreno, nas freguesias, paróquias, instituições desportivas, culturais e recreativas”, disse D. Américo Aguiar.

Para o coordenador-geral da JMJ Lisboa 2023, a preparação de uma jornada mundial da juventude “esmaga como necessidades a providenciar”, mas vai ser a ocasião de Portugal provar ao mundo inteiro, mais uma vez, que “é capaz, que os portugueses são capazes e que a sociedade de um modo transversal é capaz de o fazer”.

“Há muita capacidade instalada que parece que pede que haja um evento, um acontecimento que demonstre a capacidade de, todos juntos, fazermos coisas que nos ultrapassam, que nos fazem superar”, afirmou.

Para o pároco da Atouguia, no concelho madeirense da Calheta, a presença dos símbolos da JMJ e dos organizadores do encontro de jovens com o Papa, em agosto de 2023, é “um momento que fica registado na história da paróquia” e testemunha a “verdade da Igreja”.

“A grande beleza da Jornada Mundial da Juventude não é só os dias de multidão, mas todo o caminho que se faz até lá”, lembrou o padre Silvano Vieira Gonçalves.

Os símbolos da Jornada Mundial da Juventude estão em peregrinação na Diocese do Funchal durante este mês de maio; a próxima e oitava diocese portuguesa a receber a Cruz Peregrina e o Ícone de Nossa Senhora é a Diocese de Angra, no mês de junho.

PR

 

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