«Muitas pessoas que ouvem as nossas apresentações interessam-se pelos temas, têm uma sede e procuram uma resposta», afirma o diretor de Difusão da Paulus, Daniel Tito Alves

Lisboa, 02 jun 2026 (Ecclesia) – A Paulus Editora participa na Feira do Livro de Lisboa 2026 com dois stands, um espaço “aberto a todos” onde também podem chegar a quem tem “um certo receio” de entrar nestas livrarias “porque são livros católicos”.
“A Paulus Editora tem uma longa história na Feira do Livro. São décadas que nós trabalhamos, e tentamos dar aos nossos destinatários, aos interlocutores da nossa missão, livros de qualidade sobre a fé católica, sobre a fé cristã, e, especialmente, em formação humana”, disse o diretor de Difusão da Paulus, esta terça-feira, dia 2 de julho, em entrevista à Agência ECCLESIA.
A 96.ª edição da Feira do Livro de Lisboa junta 128 participantes que representam 900 chancelas e marcas editoriais, até ao dia 14 de junho, no Parque Eduardo VII, o clérigo Daniel Tito Alves destaca que se realiza num espaço “aberto a todos”, onde têm oportunidade de conversar com os visitantes, e de eles “conhecerem o trabalho, a missão da Paulus, a missão da Igreja de dialogar com a sociedade”, e abrem-se a “um plano cultural diverso”.
“Muitas vezes, nas nossas igrejas, nas nossas livrarias, especificamente da Paulus, as pessoas têm um certo receio de entrar, porque veem que são livros católicos, ‘então, não me interessa muito por isso’”, explicou, acrescentando que “muitas pessoas” quando assistem às apresentações na Feira do Livro interessam-se “pelos temas”.
A editora católica Paulus está nos stands B15 e B16 da Feira do Livro de Lisboa 2026, e, segundo o diretor de difusão, podem ser procurados pelo “conteúdo infantil de qualidade”, o conteúdo de espiritualidade, de Teologia, Psicologia e devocionais.
“Uma vasta gama para atender todos os públicos, especialmente o católico, mas também aberto a todas as pessoas de boa vontade”, salienta o clérigo Daniel Tito Alves, indicando que do programa da Paulus constam “várias apresentações, lançamentos de livros, “muito conteúdo, e também a possibilidade de encontrar autores”.
O entrevistado explica que “muitas vezes” têm livros que “marcam a vida das pessoas, mas as pessoas não conhecem quem o escreveu”, e na Feira do Livro de Lisboa dão essa “oportunidade” de o leitor encontrar “a pessoa que deu aquele fruto, aquele conteúdo, e que pôde levar uma conversão mais séria com a fé”.
![]() Segundo o diretor de Difusão da Paulus, o “principal livro” da editora católica na 96.ª da Feira do Livro de Lisboa é a primeira encíclica de Leão XIV, a ‘Magnifica Humanitas’ (a magnífica humanidade), sobre ‘a salvaguarda da pessoa humana na era da Inteligência Artificial’, que foi apresentada pelo Papa no dia 25 de maio, no Vaticano. “E um fator interessante do nosso livro, da nossa capa, é que trazemos uma figura que representa essa humanidade em diálogo, que valoriza a cultura, que valoriza a caridade cristã com as pessoas, que é a Rainha Santa, Santa Isabel de Portugal”, indicou. O clérigo Daniel Tito Alves também destacou o livro ‘Espero viver e morrer só de Jesus’, do padre Ricardo Figueiredo (Patriarcado de Lisboa), sobre a vida da portuguesa Teresa de Saldanha (1837-1916), fundadora da Congregação das Irmãs Dominicanas de Santa Catarina de Sena. A nível infantil, a Paulus Editora destaca o livro ‘O Anjo de Portugal’, que é celebrado no dia 10 de junho, e um livro que não publicaram, mas a editora católica faz a distribuição, ‘Da Fragilidade à Esperança’, do padre Manuel Custódio Langane, capelão do IPO (Instituto Português de Oncologia) Lisboa, e mestre em Cuidados Paliativos, e a tradução de ‘Porque somos católicos’, do norte-americano Trent Horn. |
A Paulus Editora foi fundada por Tiago Alberione (1884-1971), beato italiano que fundou cinco institutos religiosos, quatro institutos de leigos e uma associação de cooperadores, “que bebem do carisma da comunicação”.
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