«Famílias que necessitam de ajuda alimentar, medicação, pagamentos de serviços básicos» – José Marques de Sousa

Foto: Lusa

Leiria, 12 mai 2020 (Ecclesia) – O presidente da Cáritas Diocesana de Leiria-Fátima apelou à generosidade, explicando que últimos meses têm “recebido muitos pedidos” de ajuda de famílias “mais pobres e vulneráveis” por causa dos trabalhadores em “lay-off e todos que trabalhavam em regime temporário”.

“Famílias que necessitam de ajuda alimentar, medicação, pagamentos de serviços básicos; água, eletricidade, gás e renda de casa. Famílias que tem o seu rendimento muito baixo, ou até sem qualquer rendimento”, explicou José Marques de Sousa.

Numa nota de imprensa, divulgada pela Diocese de Leiria-Fátima, o presidente da Cáritas diocesana apela à “generosidade dos corações mais sensíveis” para a ajuda de bens alimentares e produtos de higiene pessoal, que podem ser entregues na sede da organização católica ou donativos por transferência bancária 50 0035 0393 00019702432 93”.

José Marques de Sousa explica que são o “Hospital de Campanha”, que fala o Papa Francisco, onde se dirigem os que mais precisam de ajuda e “todos são acolhidos, escutados, orientados e ajudados” pelas técnicas dando “todo o apoio e carinho que lhes é possível”.

O presidente da Cáritas de Leiria-Fátima lembra que por causa da Covid-19 este ano “não foi realizado o peditório de rua, ou os ofertórios de Missas”, que eram recursos na ajuda aos mais carenciados, no mês de março, durante a Semana Nacional da Cáritas, e que a missão da organização caritativa da Igreja Católica na diocese é “exercer a Pastoral da Caridade e estar ao serviço dos mais pobres, promover e defender a dignidade humana à imagem de Cristo”.

“Estamos a passar tempos que nos levam a ter uma vida isolada e confinada ao nosso espaço habitacional. Toda esta situação imaginária há uns meses, refletiu-se brutalmente na nossa sociedade atingindo todos os setores produtivos nomeadamente as pequenas e médias empresas, o que levou muitos trabalhadores para o lay-off e todos que trabalhavam em regime temporário ficaram sem o seu sustento, nomeadamente as famílias mais pobres e vulneráveis”, contextualizou José Marques de Sousa.

CB/OC

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