Coordenador diocesano da Pastoral quer dedicar os próximos três anos à família e aos jovens

Guarda, 18 jul 2019 (Ecclesia) – O Departamento da Pastoral Juvenil Universitária e Vocacional (DP-JUV) da Diocese da Guarda quer “fazer de Vilar Formoso uma grande porta de entrada” de jovens na Jornada Mundial da Juventude (JMJ) que Lisboa vai receber em 2022.

“Que a Igreja de Jesus presente na Diocese da Guarda seja uma verdadeira porta para as próximas JMJ Lisboa 2022. E, que por esta porta, que por sinal é símbolo principal do logo do nosso DP-JUV, possam entrar, experimentar e sair muitos jovens amigos de Jesus ao encontro dos outros”, publicou o DP-JUV, divulga o jornal ‘A Guarda’.

Na informação enviada hoje à Agência ECCLESIA, o padre Luís Freire, responsável pela Pastoral Universitária, explicou por ocasião da próxima edição internacional da JMJ “cidades como a Guarda, Covilhã e Fundão” devem ser “centros de ação e de acolhimento para a pré-jornada”.

Já o coordenador Diocesano da Pastoral salienta que a Guarda tem condições para receber grupos de jovens que entrem pela fronteira de Vilar Formoso a caminho de Lisboa e considera importante “criar um itinerário para as Jornadas Mundiais da Juventude” que “tem de ser feito por todas as paróquias”.

O padre Jorge Castela a diocese quer que o triénio 2019/2022 seja dedicado à família e aos jovens e assinala que em cada ano vão “tentar atingir uma meta”.

Neste contexto, o coordenador da Pastoral da Guarda adiantou que o próximo ano pastoral 2019/2020 vão fazer uma prospeção da “realidade existente na diocese”; Em 2020/2021 à sensibilização e à intervenção; e no terceiro ano pastoral, em 2021/2022, à celebração com o encontro mundial de jovens e uma outra jornada dedicada à família.

No dia 22 de junho, o Papa Francisco anunciou que o tema da JMJ Lisboa 2022 é “Maria levantou-se e partiu apressadamente” (Lc 1, 39), e até à edição internacional a juventude faz um caminho e celebra anualmente uma Jornada Mundial da Juventude de âmbito diocesano no Domingo de Ramos: Em 2020, a 5 de abril, com o ‘Jovem, eu te digo, levanta-te!’ (Lc 7, 14), uma afirmação de Jesus Cristo que surge no contexto de um relato de ressurreição do filho único de uma mulher viúva – uma situação de particular fragilidade no contexto do mundo judaico de então.

As JMJ nasceram por iniciativa do Papa João Paulo II, após o sucesso do encontro promovido em 1985, em Roma, no Ano Internacional da Juventude.

CB

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