Cidade do Vaticano, 08 jun 2020 (Ecclesia) – O Instituto para as Obras de Religião (IOR), conhecido como “Banco do Vaticano” publicou hoje o balanço relativo ao exercício de 2019, com uma duplicação dos lucros.

Em comunicado de imprensa, o IOR destaca uma abordagem ‘risk-based’, com maior preocupação ética, e sublinha que as contas foram auditoras pela consultora internacional Mazars.

Os números mostram um lucro líquido de 38 milhões de euros (17,5 milhões em 2018), “resultado do processo de investimento risk-based, e coerente com a ética católica, aplicado à gestão dos próprios ativos”, assinala a Santa Sé.

O balanço do exercício foi aprovada por unanimidade pelo Conselho de Superintendência do Instituto, que enviou o documento à Comissão de Cardeais responsável por acompanhar o IOR, “destacando a solidez e a alta qualidade dos dados financeiros” e a sua “conformidade com os mais altos padrões internacionais”.

Seguindo as indicações do Papa Francisco, a Comissão de Cardeais aprovou a distribuição total dos lucros, refere uma nota da Sala de Imprensa da Santa Sé.

O IOR presta serviços financeiros ao Estado da Cidade do Vaticano e a instituições católicas em todo o mundo, contando com 5,1 mil milhões de euros em depósitos de clientes.

OC

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