D. Manuel Felício envia mensagem à diocese

Guarda, 24 nov 2013 (Ecclesia) – O bispo da Guarda, considera que a “grande preocupação” do Ano da Fé, que passou por “colocar Deus e a Pessoa de Cristo no coração da vida pessoal e comunitária”, tem de continuar para lá deste domingo.

“A grande preocupação do Ano da Fé, que hoje termina, não a poderemos esquecer neste dia 24 de novembro. Durante este Ano da Fé fizemos por toda a Diocese algumas experiências que nos podem ser úteis para o futuro próximo”, assinala D. Manuel Felício.

Numa mensagem publicada no site da diocese, a respeito do encerramento deste ano, no domingo, o bispo destaca as assembleias arciprestais e os encontros dos cooperadores pastorais na Diocese da Guarda.

 “Estes cooperadores, quer pelo seu número quer pelas diferentes áreas da vida das comunidades que representam, são de facto uma esperança para renovação comunitária em que estamos empenhados”, exemplifica.

D. Manuel Felício recorda que a “grande preocupação” do Ano da Fé já existia na diocese antes de o ano da Fé começar a 11 de outubro de 2012 através de várias iniciativas como o conhecimento do Catecismo da Igreja Católica, “em cada uma das suas quatro partes”, de 2006 a 2010, ou no triénio seguinte, de 2010 até 2013, o objetivo de “voltar-se mais para o encontro com a Palavra de Deus”.

Segundo o bispo da Guarda, com o anúncio do Ano da Fé e “a preocupação de colocar no centro a celebração” os 50 anos do Concílio Vaticano II, a diocese “escolheu viver os próximos quatro anos em esforço” para compararem a Igreja que são com a que o Concílio propõe.

“Esperamos ser possível no final deste período de quatro anos definir caminhos novos de vivência da Fé numa Igreja renovada segundo o Concílio Vaticano II”, considerou.

O prelado explicou também que esta iniciativa convocada pelo Papa emérito Bento XVI e que vai ser encerrada, este domingo, pelo Papa Francisco foi “um convite especial” para os fiéis entrarem pela porta da Fé.

“É este primado de Deus e da relação com Ele na Pessoa de Cristo que tem de estar sempre no centro da nossa vida pessoal e comunitária. Damos agora connosco a viver tempos em que esse primado é esquecido e frequentemente substituído por realidades passageiras que não podem responder aos anseios mais fundos do coração humano e, por isso, geram desilusão e perda de esperança”, escreveu D. Manuel Felício.

CB/OC

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