D. António Luciano inaugurou a Peregrinação Internacional Aniversária do 13 de junho, na Cova da Iria

Foto: Fatima.pt

Fátima, 12 jun 2019 (Ecclesia) – O bispo de Viseu inaugurou hoje em Fátima a Peregrinação Internacional Aniversária do 13 de junho, falando da Cova da Iria como “um lugar privilegiado pelo amor misericordioso de Deus”.

“Há muitos anos diante da Capelinha, junto ao local onde se encontra o presépio, ainda antes de ir para o seminário refleti sobre isto: ninguém pode vir a Fátima, ninguém pode olhar para o lugar onde Nossa Senhora se fez presente e voltar igual para casa, para a família, e para o trabalho”, disse D. António Luciano dos Santos Costa, citado pela sala de imprensa do santuário.

O responsável, que preside pela primeira vez a uma grande peregrinação na Cova da Iria, saudou os peregrinos reunidos junto à Capelinha das Aparições, considerando que “vir a Fátima significa acolher uma mensagem que é dom de Deus, uma graça única e sobrenatural”.

“Também nos nossos dias, diante de tantos corações que precisam ser curados, precisamos desta certeza de que o Coração Imaculado de Nossa Senhora será sempre o nosso refúgio e o caminho que nos conduz até Deus”, acrescentou.

Entre os participantes nesta peregrinação há grupos organizados oriundos de 19 países, que se fizeram anunciar no Santuário.

Já o bispo de Leiria-Fátima, cardeal D. António Marto, disse aos presentes que Maria é a fortaleza que “não deixa esmorecer a fé”, apresentando-a como a “Mãe espiritual da humanidade, a mais terna de entre todas as mães”.

“Em Fátima experimentamos que temos uma mãe; que a bondade consoladora da mãe nos conduzirá ao encontro de Jesus”, declarou.

A peregrinação de junho encerra-se esta quinta-feira, com a Missa Internacional no Recinto de Oração, às 10h00, a bênção dos doentes e a procissão do adeus.

OC

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