Investigação «Oiçam os gritos delas» descreve relatos «assustadores»

Lisboa, 17 Jan 2022 (Ecclesia) – A Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) divulgou um relatório sobre rapto de meninas e adolescentes cristãs que aponta para uma “situação catastrófica” ao nível dos direitos humanos.

A diretora do secretariado português da Ajuda à Igreja que Sofre, Catarina Martins de Bettencourt, alerta para a importância da investigação – ‘Oiçam os gritos delas’ – que descreve “relatos assustadores” de mulheres e jovens cristãs, “vítimas de violência, raptos, violações, casamentos forçados em países como o Paquistão ou Moçambique, a Nigéria ou o Egito”, refere um comunicado enviado hoje à Agência ECCLESIA.

“A prisão, a 10 de janeiro, em Okara, no Punjab, de três muçulmanos acusados de sequestro e violação de uma jovem cristã de apenas 16 anos de idade, reacendeu o drama da insegurança em que se encontram raparigas e mulheres pertencentes às minorias religiosas no Paquistão”, acrescenta a nota de imprensa.

Este é o terceiro caso relatado pela comunidade cristã de jovens raparigas, todas menores de idade, vítimas de rapto e de violência sexual apenas desde o início do ano, segundo a Agência Fides, do Vaticano.

A denúncia destes casos reforça a importância “da grande investigação” que a Fundação AIS tem vindo a realizar sobre esta realidade praticamente desconhecida de grande parte da opinião pública mundial.

O relatório ‘Oiçam os Gritos delas’ pode ser solicitado à Fundação AIS em Portugal pelo telefone 217 544 000 ou por mail em apoio@fundacao-ais.pt.

LFS

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