O lado simbólico entra em espaços onde “as palavras não dizem tudo”

Viana do Castelo, 12 abr 2019 (Ecclesia) – O diretor do Departamento da Educação Cristã da Diocese de Leiria-Fátima, padre José Henrique Pedrosa, considerou, esta sexta-feira, em Viana do Castelo, que a dimensão simbólica é “extremamente importante” no percurso catequético e nas linguagens da fé.

A dimensão simbólica tem um “caminho fundamental” porque o símbolo “diz muito aos cristãos” e “leva os cristãos a perceber ou a vislumbrar outras realidades”, referiu este padre da Diocese de Leiria-Fátima no encontro nacional de catequese que decorre em Viana do Castelo e tem como tema «Ajudar os catequistas a SER – Uma missão diocesana prioritária».

O lado simbólico entra em espaços onde “as palavras não dizem tudo” e “transporta para a realidade do encontro”, frisou o padre José Henrique que proferiu uma conferência sobre «Iniciar o Catequista na Pedagogia de Jesus».

Todo o caminho de encontro com as “outras linguagens” leva para a “compreensão e envolvimento de cada um”, porque quando “contemplamos uma peça de arte e nos deixamos tocar por ela, fazemos um caminho próprio”, acentuou à Agência ECCLESIA

As várias interpretações e leituras da arte “ajudam também a caminhar em conjunto” por isso, todo o campo “da via da beleza e estética” são essenciais no percurso catequético, afirmou diretor do Departamento da Educação Cristã da Diocese de Leiria-Fátima.

A arte “fala com as pessoas” e “é um caminho importante”, mas “ainda temos muito para percorrer com ela na catequese”.

Com cerca de 70 responsáveis da catequese das dioceses portuguesas, o padre José Henrique sublinhou que dentro da realidade de cada tempo é preciso “perceber as oportunidades existentes para fazer chegar a mensagem”.

“Todos os avanços pedagógicos podem ser uteis” na caminhada catequética porque “existe uma grande diversidade de caminhos e de metodologias”.

LFS

 

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