D. João Lavrador pede que «não haja mais lugar a exclusão ou pobreza, solidão ou discriminação»

Foto: Igreja Açores

Angra do Heroísmo, Açores, 13 mai 2019 (Ecclesia) – O bispo de Angra disse aos estudantes finalistas do Campus da ilha Terceira da Universidade dos Açores que são chamados à “edificação” de uma sociedade e cultura “mais humanas, respeitadoras da dignidade da pessoa e do bem comum”.

“Há um novo mundo que urge edificar, mas para que tal aconteça depende de todos vós de modo a que já não haja mais lugar a exclusão ou pobreza, solidão ou discriminação. Eis a civilização do amor que se abre perante vós como exigência da vossa ação concreta e determinada”, afirmou D. João Lavrador, na celebração que decorreu na Sé.

O bispo explicou que o dia de festa e de alegria era “também de desafio e de compromisso” porque os finalistas universitários são chamados a “colaborar na edificação” de uma sociedade e na promoção de uma cultura que se desejam “mais humanas, respeitadoras da dignidade da pessoa e do bem comum”, cada um na sua área de formação académica.

“Para que tal aconteça exige-se não só a competência profissional mas também o respeito por um código ético que valorize sempre o ser humano perante os ataques que vêm da manipulação económica, ideológica ou do poder”, desenvolveu, este domingo.

Na bênção das Pastas na Sé de Angra, D. João Lavrador pediu aos universitários que “não” se conformem com o mundo como está mas contribuam “para que se torne melhor”.

Na mensagem, publicada no sítio online de Angra, o bispo exprimiu votos de “muito sucesso para o futuro profissional e vocacional” dos finalistas do Campus da ilha Terceira da Universidade dos Açores.

CB

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