Açores: Irmã Maria Amélia Costa e padre Edmundo Pacheco são homenageados com a medalha de mérito cívico

Sacerdote e religiosa, ligadas à ação pastoral e social, entre os homenageados do Dia da Região dos Açores

Cartaz: Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores

Angra do Heroísmo, Açores, 25 mai 2026 (Ecclesia) – A irmã Maria Amélia Costa, religiosa açoriana, e o padre Edmundo Manuel Pacheco, a título póstumo, são homenageados com a medalha de mérito cívico, esta segunda-feira, no Dia da Região dos Açores 2026, em Ponta Delgada.

O sacerdote açoriano e a religiosa da Congregação das Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição (CONFHIC), vão receber a Insígnia Autonómica de Mérito Cívico, nas comemorações do Dia da Região Autónoma dos Açores 2026, no Teatro Micaelense (Ponta Delgada), informa a página na internet ‘Igreja Açores’ da Diocese de Angra.

A Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores  (ALRAA) aprovou a atribuição das Insígnias Honoríficas Açorianas a 25 personalidades e entidades que se distinguiram pelo seu contributo para a Região Autónoma dos Açores, em plenário, a 16 de abril.

A irmã Maria Amélia Costa, natural do Faial, “recorda frequentemente a forte ligação ao mar e à vivência açoriana”, que marcaram a sua vocação, com 12 anos de idade viveu a erupção do vulcão dos Capelinhos, em 1958.

A religiosa açoriana da CONFHIC ingressou na vida religiosa após o contacto com a espiritualidade franciscana e desenvolveu um vasto trabalho pastoral junto da juventude, na evangelização, na música, onde conta com mais de 15 álbuns editados, integra o projeto ‘Mendigo de Deus’, onde destacam-se os ‘Concertos Orantes’.

Com 79 anos de idade, destaca-se também o acompanhamento espiritual, atualmente, a irmã Maria Amélia Costa faz parte da equipa do Centro de Escuta Lúcia de Jesus, do Santuário de Fátima.

O padre Edmundo Manuel Pacheco, que faleceu aos 89 anos de idade, a 8 de novembro de 2015, deixou “uma marca profunda na comunidade micaelense”, segundo a Diocese de Angra, é reconhecido pela “proximidade às pessoas, cultura e dedicação à comunidade”, foi professor, jornalista, e dinamizador cívico, sócio fundador do Lions Clube da Ribeira Grande e diretor espiritual das Equipas de Nossa Senhora.

O sacerdote açoriano nasceu a 28 de outubro de 1925, na freguesia da Conceição, Ribeira Grande, foi ordenado presbítero a 13 de junho de 1948, na Sé, em Angra do Heroísmo, e desempenhou várias funções eclesiásticas, como vigário cooperador da Conceição e da Matriz da Ribeira Grande, capelão do Hospital de São Miguel e do Centro de Saúde da Ribeira Grande, secretário pessoal de D. José Pedro da Silva, bispo Auxiliar de Lisboa.

O portal ‘Igreja Açores’ informa que as Insígnias Honoríficas Açorianas, aprovadas pela ALRAA, distinguem personalidades e instituições pelo seu relevante contributo para a sociedade, assinalando o espírito de açorianidade e autonomia celebrado anualmente no Dia da Região”.

Este ano são distinguidas 25 personalidades e entidades, a partir das 10h30 locais (mais uma hora em Lisboa), desta segunda-feira, dia 25 de maio, no Teatro Micaelense, em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel; a irmã Maria Amélia Costa e o padre Edmundo Manuel Pacheco vão receber a Insígnia Autonómica de Mérito Cívico, e mais 12 homenageados; seis recebem a Insígnia Autonómica de Reconhecimento; dois a Insígnia Autonómica de Mérito Profissional; a Insígnia Autonómica de Mérito Industrial, Comercial e Agrícola é atribuída a três.

CB/PR

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