Guarda: Faleceu o padre João Carvalho Nunes

Guarda, 22 jun 2026 (Ecclesia) – O padre João Carvalho Nunes faleceu, na madrugada de sábado, aos 88 anos, no Hospital da Guarda, onde se encontrava internado há algumas semanas, informou a diocese daquele território, que manifestou “profundo pesar” e “esperança da ressurreição”.

O corpo do sacerdote está em câmara ardente a partir das 08h30 de hoje, na Igreja Matriz de Alcaria, onde se vai realizar também a Eucaristia exequial pelas 10h, seguindo depois o cortejo fúnebre para o cemitério daquela localidade.

Nascido a 18 de setembro de 1937, em Alcaria, no concelho do Fundão, o padre João Carvalho Nunes frequentou os Seminários Diocesanos da Guarda entre 1950 e 1962.

Foi ordenado diácono a 23 de dezembro de 1961 e sacerdote a 7 de abril de 1962, na capela do Seminário da Guarda, por imposição das mãos de D. Policarpo da Costa Vaz.

“Ao longo de mais de seis décadas de ministério sacerdotal, serviu generosamente a Igreja e as comunidades que lhe foram confiadas”, explica a Diocese da Guarda.

O padre João Carvalho Nunes iniciou o seu percurso pastoral como coadjutor em Loriga, em outubro de 1962, tendo sido posteriormente pároco de Cabeça, São Gião, Torroselo, Folhadosa e Vila Cova à Coelheira.

Em 1971, exerceu também funções de coadjutor em Vide e mais tarde, em 1986, por motivos de saúde, foi dispensado da paroquialidade, seguindo para Lisboa, onde residiu junto da família.

Durante cerca de vinte anos, foi capelão numa comunidade de irmãs, em Linhó, Sintra, e serviu igualmente as Irmãs Clarissas do Mosteiro de Sintra durante quinze anos.

O sacerdote regressou mais tarde à Diocese da Guarda, tendo sido nomeado, em 2007, vigário paroquial das paróquias da Sé e de São Vicente; no ano seguinte, assumiu as funções de secretário da União Apostólica do Clero.

Desde 2016, colaborava pastoralmente nas paróquias de Aldeia Viçosa, Faia, Cavadoude, Misarela, Pero Soares, Porto da Carne e Vila Soeiro.

“O seu sorriso sereno, a sua disponibilidade e a sua simpatia deixam uma memória grata e saudosa entre o presbitério diocesano e todos aqueles que com ele privaram”, assinala a Diocese da Guarda.

LJ/OC

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