Lamego, 21 mai 2019 (Ecclesia) – O Centro Social Filhas de São Camilo, em Lamego, celebrou 25 anos de serviço à comunidade, inaugurou um espaço comemorativo e homenageou a irmã Amélia, religiosa argentina que fundou a instituição particular de solidariedade social em 1990.

“Um espaço de lazer ao ar livre para todos os utentes e suas famílias. Ao centro encontram-se as figuras dos fundadores da congregação, Padre Tezza, Beata Josefina Vannini, e o mundo, símbolo da comunidade das Filhas de São Camilo espalhadas pelos cinco continentes”, que foi inaugurado pelo bispo de Lamego e pelo assessor do presidente da autarquia, Vítor Paulo, lê-se no sítio online da diocese lamecense.

Antes, no ofertório da Missa, presidida por D. António Couto, foram homenageadas as funcionárias mais antigas do Centro Social Filhas de São Camilo que também celebraram 25 anos de serviço e ofereceram uma vela “símbolo de serviço, dedicação e carinho”.

“Portugal é o melhor país do mundo e os portugueses são o melhor povo. Lamego é a cidade mais bela que existe. Quando morrer, se me deixarem, quero ficar neste país e nesta cidade”, foi uma das frases recordadas na celebração da freira argentina, que faleceu a 21 de junho de 2017 e foi sepultada no Cemitério da Cruz Alta,.

O 25.º aniversário do Centro Social Filhas de São Camilo ficou ainda marcado pela oferta de uma pintura da irmã Amélia pelos funcionários, como memória da fundadora e superiora da instituição, entre 1990 até 2006.

A celebração contou também com a presença do bispo emérito D. Jacinto Botelho, e da madre geral da Congregação Filhas de São Camilo, a irmã Zélia, que viajou de Roma para “festejar esta data tão especial” no dia 5 de maio.

A fundadora da congregação, Beata Josefina Vannini [07 de julho de 1859 – 23 de fevereiro de 1911, Roma], vai ser canonizada no dia 13 de outubro.

A Santa Sé informou, em comunicado, que o Papa Francisco aprovou o milagre atribuído à intercessão da beata italiana, que tem como nome de batismo Giulia Adelaide Agata.

CB/OC

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