Francisco destacou dedicação histórica deste corpo militar

Cidade do Vaticano, 04 mai 2019 (Ecclesia) – O Papa recebeu hoje um grupo de jovens que vão prestar juramento pela Guarda Suíça e destacou o serviço que este corpo militar presta à Igreja Católica e às suas comunidades.

Numa mensagem divulgada pelo serviço informativo da Santa Sé, Francisco invocou a missão que a Guarda Suíça desempenha há vários séculos, de zelar, pela segurança dos Papas e do Vaticano.

A data juramento anual está ligada ao 6 de maio de 1527, quando vários guardas suíços foram mortos durante o saque de Roma, por parte das tropas do imperador Carlos V.

“A todos vocês, queridos Guardas, renovo os meus mais sinceros agradecimentos pelo seu precioso e generoso serviço ao Papa e à Igreja. Todos os dias, tenho a oportunidade de observar, pessoalmente, a dedicação, o profissionalismo e o amor com os quais desenvolvem as suas atividades”.

Em tempo pascal, no calendário católico, Francisco pediu que os guardas suíços sejam “testemunhas de Cristo ressuscitado, tornando atual o anúncio da alegria pascal e difundindo a cultura da ressurreição, sobretudo nos contextos existenciais, onde prevalece a cultura da morte”.

Os novos elementos da Guarda Suíça estiveram na audiência com o Papa acompanhados pelos seus familiares e amigos.

A cerimónia de juramento está marcada para esta segunda-feira, no Pátio de São Dâmaso, no Vaticano.

A Guarda Suíça Pontifícia, fundada por Júlio II em 1506, é uma companhia militar de jovens recrutados voluntariamente na Suíça, para a defesa da pessoa do Papa e da sua residência.

O corpo militar tem ainda outras tarefas, como a vigilância das entradas na Cidade do Vaticano e serviços de segurança e de honra durante as cerimónias religiosas e diplomáticas.

OC

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