O presidente do Conselho Pontifício para a Pastoral da Saúde, Cardeal Javier Lozano Barragán, afirmou que a Igreja Católica considera “inaceitável” o uso de tratamentos desproporcionais e inúteis para manter os doentes terminais vivos. Em entrevista publicada Domingo pelo jornal “La Repubblica”, o Cardeal mexicano reiterou a rejeição da Igreja Católica à eutanásia e também à terapia para prolongar de forma inútil a vida de pacientes terminais, o encarniçamento terapêutico. “A Igreja não poderá nunca admitir essa terapia, uma prática inaceitável porque comporta o uso de meios desproporcionais e absolutamente inúteis para a cura de um doente terminal”, apontou. O responsável acrescentou mesmo que esta é “uma prática cruel, que só prolonga a agonia, a dor e o sofrimento”.

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