Cardeal D. Américo Aguiar agradeceu o anterior pontificado e recordou as «surpresas de Deus», há um ano

Almada, 21 abr 2026 (Ecclesia) – O bispo de Setúbal presidiu hoje a uma Missa de ação de graças pelo pontificado do Papa Francisco, na paróquia da Cova da Piedade, em Almada, e lembrou que o legado do anterior pontificado é a certeza de que todos são irmãos.
“Era a preocupação dele sempre, e aqui em Lisboa materializou de tal maneira, e sempre que podia, a propósito, a despropósito, sempre a sua preocupação de nos lembrarmos que somos todos, todos, todos irmãos”, afirmou D. Américo Aguiar na homilia da Missa, na Igreja de Nossa Senhora de Fátima.
A Missa que evocou o primeiro aniversário da morte do Papa Francisco foi presidida por D. Américo Aguiar na Paróquia da Cova da Piedade, onde o bispo de Setúbal está a realizar uma visita pastoral, desde o último domingo.

“Estou assim no meio da ponte. Tanto parece que este ano passou muito rápido como parece que não passou. É um ano estranho”, confessou D. Américo Aguiar.
O bispo de Setúbal disse que o Papa Francisco se inscreve entre os homens e mulheres que, ao longo da história, marcam o coração “de maneira tão profunda”, que convocam a comunidade para “dizer obrigado”.
O cardeal D. Américo Aguiar agradeceu o pontificado do Papa Francisco e pediu que ele interceda pelo Papa Leão XIV, a terminar a visita ao continente africano, sem “medo de anunciar o Evangelho”.
Na homilia da Missa, o bispo de Setúbal recordou as “surpresas de Deus”, como a que aconteceu há um ano, quando soube da falecimento do Papa Francisco, após o encontro com os peregrinos, na Praça de São Pedro, no domingo de Páscoa.
A visita pastoral à Paróquia da Cova da Piedade, em Almada, vai decorrer até ao dia 27 de abril e, de acordo com a informação publicada na página da internet da diocese, já permitiu ao bispo de Setúbal o contacto com hospitais, lares, escolas, centros de saúde e associações recreativas e culturais do território, encontrando aquilo que descreveu como “o Portugal real”, que considera “muito melhor que o Portugal das notícias”, afirmou D. Américo Aguiar.
PR
