Foi quando aos 18/19 anos, ao ser voluntário na Comunidade Vida e Paz, que o chef Kiko percebeu que a comida era um veiculo para construir relações, olhar nos olhos das pessoas e rir de nós próprios. A comida adquire um compromisso social, ganha uma responsabilidade humana. «Não há mais nada de importante para a humanidade do que a alimentação, mas não há nada mais importante para a transmissão dos costumes e valores do que a mesa», leu num livro que ainda hoje guarda.

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