Ribeira foi o ponto de chegada de uma peregrinação no rio Douro, que começou na Régua

Foto Agência ECCLESIA/PR

Porto, 01 out 2022 (Ecclesia) – O bispo do Porto disse que a diocese começou com “o pé direito” a peregrinação dos símbolos da Jornada Mundial da Juventude e mostrou-se emocionado pelas “largas dezenas” de grupos que os saudaram nas margens do Douro.

“Esta moldura humana, que aqui é maior, encontramo-la também no caminho: dezenas, largas de dezenas de grupos que nos saudaram”, afirmou D. Manuel Linda aos jornalistas no cais da Ribeira do Porto.

A Diocese de Vila Real entregou hoje a Cruz Peregrina e o Ícone de Nossa Senhora, símbolos da Jornada Mundial da Juventude, à Diocese do Porto, onde iniciam uma peregrinação no mês de outubro, percorrendo os 29 concelhos da diocese.

Os símbolos da Jornada Mundial da Juventude chegaram à Diocese do Porto pelo Douro, numa peregrinação que iniciou na Régua e terminou no cais da Ribeira e que foi acompanhada ao longo de todo o percurso nas margens do rio.

D. Manuel Linda diz que foi “emocionante” ver “forças vivas de toda a ordem” a saudar os símbolos da JMJ, como bombeiros, ranchos folclóricos e bandas de música.

O bispo do Porto disse que a peregrinação dos símbolos motiva e congrega os jovens, referindo que a dimensão religiosa “congrega socialmente quando outras forças dispersam”.

“Começamos bem! Como dizemos na linguagem popular, com a perna direita. Vamos ver se a mantemos durante os 30 dias da peregrinação dos símbolos na Diocese do Porto”, afirmou.

A peregrinação dos símbolos no rio Douro realizou-se numa embarcação tradicional, o barco rabelo, onde estavam os presidentes das câmaras ribeirinhas, o bispo do Porto D. Manuel Linda, os bispos auxiliares D. Armando Esteves e D. Vitorino Soares, o presidente da Fundação JMJ Lisboa 2023, D. Américo Aguiar, os responsáveis pelo Comité Organizador Diocesano (COD) do Porto da jornada da juventude e jovens de cada região da diocese.

Para D. Américo Aguiar, a peregrinação no Douro aconteceu com “muita emoção”, desde a Régua até ao Porto, por serem surpreendidos “com a simpatia da população ribeirinha do Douro”.

“É o porto. Não temos nada que nos surpreender. É o Porto”, afirmou.

O presidente da Fundação JMJ Lisboa 2023 disse que a moldura de jovens mostra que elçes “estão disponíveis para se encontrar com Cristo Vivo, como o Papa tanto pede”, sendo necessário que as linguagens da Igreja e da juventude se encontrem

D. Américo Aguiar afirmou que a peregrinação dos símbolos da JMJ “tem sido um banho de juventude em todo o território nacional”, é um “excelente prenúncio para o próximo ano” e “um testemunho forte de fé, de esperança e de acreditar no que futuro pode ser”.

Após a peregrinação no Douro, a receção dos símbolos da JMJ na Diocese do Porto aconteceu nas ruas da cidade, numa procissão até ao Terreiro da Sé, onde se realizou esta noite uma vigília de oração e um concerto com Claudine Pinheiro e depois a Cruz e o ícone de Nossa Senhora permaneceram na Sé do Porto, aberta toda a noite.

PR

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