Protocolo assinado com a Faculdade de Medicina prevê a atribuição de 12 mil euros

Porto, 31 jul 2018 (Ecclesia) – A Irmandade dos Clérigos assinou um protocolo com a Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP), no sentido de apoiar a implementação de um novo programa de avaliação de futuros profissionais de saúde.

Segundo um comunicado enviado hoje à Agência ECCLESIA, esta parceria prevê a atribuição, por parte da Irmandade dos Clérigos, de um apoio no valor de 12 mil euros à FMUP.

As verbas vão ser utilizadas na “implementação de um Programa de Desenvolvimento de Exames Clínicos Objetivos Estruturados, que permitirá a criação de padrões reconhecidamente inovadores na avaliação dos futuros profissionais de saúde”, pode ler-se.

O acordo entre as duas partes prevê que os referidos exames comecem a ser implementados no primeiro semestre do ano letivo de 2018-2019, no âmbito do programa de avaliação do Ciclo Integrado de Estudos do Mestrado em Medicina.

Isto já depois de, ao longo do ano letivo de 2017-2018, terem sido implementadas diversas “provas piloto” nesta área.

Para o padre Américo Aguiar, presidente da Irmandade dos Clérigos, a assinatura deste protocolo reveste-se “de grande importância”, uma vez que representa um contributo para a formação dos futuros profissionais de saúde em Portugal.

“Isto é algo que só nos pode deixar felizes, principalmente quando estamos a apoiar as novas gerações de médicos, acreditando que, por esta via, estamos igualmente a beneficiar os futuros pacientes destes jovens”, salientou o sacerdote.

Do lado da FMUP, marcou presença na definição deste protocolo a responsável pela Faculdade, Maria Amélia Ferreira.

Além da área da Saúde, o organismo responsável pelo monumento da Torre dos Clérigos, na Diocese do Porto, tem-se empenhado em ajudar diversos projetos em setores como o Voluntariado, a Investigação, o Diagnóstico, o Tratamento e a Formação.

Em 2017, os apoios concedidos pela Irmandade dos Clérigos ultrapassaram os 600 mil euros, sendo que “mais do que ex. libris da cidade”, o objetivo é afirmar-se cada vez como uma “mão amiga” da região do Porto e de todos quantos “têm como missão ajudar a comunidade”, salienta o mesmo organismo.

JCP

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