Bispo diocesano, D. Pedro Fernandes, presidiu à Eucaristia que reuniu «uma grande multidão de fiéis»

Portalegre, 22 set 2026 (Ecclesia) – A Diocese de Portalegre-Castelo Branco informa que o seu bispo presidiu à celebração dos 400 anos da Capela de Nossa Senhora da Guia, em Alvega, que reuniu “centenas de fiéis e romeiros” num jubileu junto ao Rio Tejo.
“A celebração dos 400 anos da Capela de Nossa Senhora da Guia foi um momento de fé, memória e encontro, reafirmando uma devoção profundamente enraizada na comunidade de Alvega e na história das populações ligadas ao Rio Tejo”, explica a Diocese de Portalegre-Castelo Branco, em nota enviada hoje, 22 de setembro, à Agência ECCLESIA.
A imagem de Nossa Senhora da Guia regressou à sua capela, junto ao Rio Tejo, na Diocese de Portalegre-Castelo Branco, “acompanhada pela Banda de Alvega e por uma grande multidão de fiéis”, este domingo, 20 de setembro, para o “momento culminante das comemorações” dos 400 anos da construção deste lugar de culto.
O bispo de Portalegre-Castelo Branco, D. Pedro Fernandes, presidiu à celebração da Eucaristia, antes do descerramento de uma placa comemorativa dos quatro séculos da capela de Nossa Senhora da Guia,

A diocese católica assinala que esta celebração não se realizou no “dia habitual da romaria”, mas “centenas de romeiros” marcaram presença, “estendendo as suas mantas junto à capela”, e partilharam o almoço, num momento de convívio e fraternidade oferecido pela União de Freguesias de Alvega e Concavada.
A capela de Nossa Senhora da Guia, na Paróquia de Alvega, celebrou estes 400 anos da sua construção, com “uma jornada marcada pela fé, pela tradição e pela forte participação da comunidade”, e para assinalar este jubileu, “a imagem percorreu os onze lugares da paróquia, num itinerário de oração e encontro com as comunidades”, durante dois meses.
Construída em 1626, a Capela de Nossa Senhora da Guia, em Alvega, está ligada a uma antiga tradição que “reza que neste local existia um poço onde foi encontrada uma imagem de Nossa Senhora”.
“A imagem foi retirada da água completamente enxuta, sendo o acontecimento considerado um milagre. Os homens que navegavam no Tejo e faziam do rio o seu caminho e sustento confiaram-se à proteção de Nossa Senhora, dando-lhe o nome de Nossa Senhora da Guia”, acrescenta a Diocese de Portalegre-Castelo Branco.
CB/OC
