D. João Lavrador pediu aos diocesanos para testemunhar a ressurreição de Jesus em tempos de isolamento social

Foto Igreja Açores

Angra, 12 abr 2020 (Ecclesia) – O bispo de Angra afirmou hoje que o “paradoxo “ de viver a festa da Páscoa em isolamento social não deve “esmorecer” o testemunho da ressurreição de Jesus Cristo, que não é “algo do passado”, antes uma “força sem igual”.

“O paradoxo de viver a celebração festiva em isolamento e no resguardo pessoal e comunitário que a epidemia nos exige não deve esmorecer o desejo de caminhar mais assiduamente na edificação comunitária para testemunhar a ressurreição de Jesus Cristo ao dia de hoje”, afirmou D. João Lavrador.

Na homilia da Missa do Domingo de Páscoa, o bispo de Angra lembrou que a vivência da experiência da ressurreição é fundamental porque “não é algo do passado”.

“Onde parecia que tudo morreu, volta a aparecer por todo o lado os rebentos da ressurreição. É uma força sem igual”, afirmou.

D. João Lavrador apresentou a todos os diocesanos os votos de “santa e feliz Páscoa”; lembrando nomeadamente os “heróis” da epidemia covid-19.

“Apresento a todos os diocesanos, nas região dos Açores e na diáspora, sobretudo aos grande heróis desta epidemia, governantes, profissionais de saúde, proteção civil e forças de segurança, comunicação social, doente se famílias, sacerdotes, diáconos, religiosos, leigos e os diversos serviços diocesanos os meus votos de uma santa e feliz Páscoa”, disse D. João Lavrador.

A Missa do Domingo de Páscoa foi presidida pelo bispo de Angra na Sé diocesana, na Ilha Terceira, e transmitida pela na televisão pela AzoresTV.

PR

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