O padre António Pedro Monteiro acredita que o caminho ecuménico pode acontecer por via de uma “pastoral de mesa”, que possibilite o encontro “olhos nos olhos”, disponíveis para “um conhecimento de verdade”. O religioso, capelão no Hospital de Santa Marta e na Maternidade Alfredo da Costa, indica que o campo da saúde é um espaço “privilegiado” de encontro, porque despojado de categorias, e reconhece que o trabalho dos religiosos, “pela diversidade em si”, pode ser um contributo para a unidade.

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