O Campo Nacional de Atividades Escutistas (CNAE), em Idanha-a-Nova, acolheu o 24.º ACANAC, com mais de 18 500 participantes, numa “cidade de lona” onde a tradição se une à modernidade. “É importante trabalhar com paus e com cordas, para sair de casa e estar em contacto com a natureza, também é importante dominar a tecnologia”, algo que “o Escutismo tem de acompanhar, para permanecer relevante junto dos jovens”, diz à ECCLESIA Ivo Faria, chefe nacional do Corpo Nacional de Escutas.

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